terça-feira, janeiro 20, 2009
terça-feira, maio 30, 2006
Esse tal de amor

Amanda Bernardino Sinatora - 8ªC
Esse tal de amor
O amor é como o luar
É uma coisa linda de se apaixonar.
Que nos envolve sem querer
Mas nos deixa a perigo de sofrer.
O amor não se compara
Com nenhum outro tipo de sentimento.
Ele é um fogo ardendo em nosso coração
Parecido com uma paixão.
Mas o amor é mais profundo
E vai lá no fundo de nossa alma.
E sem permissão chega ao coração.
E sem percebemos
Já nos envolvemos
Com esse tal d amor.
quarta-feira, março 01, 2006
Felicidade
Felicidade
Camila Valladão Cavalcante Coelho - 2º. G
Algo que não tem uma só explicação
É bom porém chega a doer
É espetacular, mas não deixa de ser surpresa
Relaxa e nos deixa ansiosos
Ser feliz
Estar feliz,
Tornar-se feliz
É vital e contagia
Não tem hora nem limite
Chega de modo simples
Às vezes é planejada
Aguardada
Esperada
Ou simplesmente acontece
Por uma aprovação em concurso,
Pela chegada de um filho
Um amigo
Por um presente
Há ilimitados motivos
O coração aperta,
As mãos gelam
As pernas bambeiam
Entre outros sintomas,
Mas...
Ser feliz
Estar feliz
Tornar-se feliz
Ou mais feliz
É muito bom...
Camila Valladão Cavalcante Coelho - 2º. G
Algo que não tem uma só explicação
É bom porém chega a doer
É espetacular, mas não deixa de ser surpresa
Relaxa e nos deixa ansiosos
Ser feliz
Estar feliz,
Tornar-se feliz
É vital e contagia
Não tem hora nem limite
Chega de modo simples
Às vezes é planejada
Aguardada
Esperada
Ou simplesmente acontece
Por uma aprovação em concurso,
Pela chegada de um filho
Um amigo
Por um presente
Há ilimitados motivos
O coração aperta,
As mãos gelam
As pernas bambeiam
Entre outros sintomas,
Mas...
Ser feliz
Estar feliz
Tornar-se feliz
Ou mais feliz
É muito bom...
As coisas da vida
As coisas da vida
Amanda Caroline Ceglia - 2º. G
A vida nos apresenta duas coisas:
Sentimentos e razão.
Quando olhamos totalmente para o sentimento
Ficamos cegos, e então perdemos a razão,
Assim não enxergando a realidade
De um certo alguém com inúmeros defeitos
Se você vê a realidade clara
É preciso ser duro consigo mesmo
Mesmo que venha a doer no coração.
Certamente essa irrealidade não será contínua
E para isso é preciso ter força
Para se ver a realidade.
Amanda Caroline Ceglia - 2º. G
A vida nos apresenta duas coisas:
Sentimentos e razão.
Quando olhamos totalmente para o sentimento
Ficamos cegos, e então perdemos a razão,
Assim não enxergando a realidade
De um certo alguém com inúmeros defeitos
Se você vê a realidade clara
É preciso ser duro consigo mesmo
Mesmo que venha a doer no coração.
Certamente essa irrealidade não será contínua
E para isso é preciso ter força
Para se ver a realidade.
Amor eterno
Amor Eterno
Bruna Cardoso Gomes - 2º. F
“Quando você sentir vontade de chorar, não chore.
Pode me chamar que eu choro por você.
Quando você sentir vontade de sorrir, me avise
Que eu venho para nós dois sorrirmos juntos.
Quando você sentir vontade de amar, me chame,
Que eu venho amar você.
Quando você sentir que tudo está acabado, me chame,
Que eu venho lhe ajudar a reconstruir.
Quando você achar que o mundo é pequeno demais para suas tristezas,
Me chame, que eu faço ele pequeno para sua felicidade.
Quando você precisar de uma mão, me chame,
Que a minha é sempre sua.
Quando você precisar de companhia, naqueles dias nublados e tristes,
Ou nos dias ensolarados, eu venho, venho sim.
Quando você estiver precisando ouvir alguém dizer: EU TE AMO!
Me CHAME que eu digo a você a toda hora.
Pois o meu amor é imenso.
E quando você não precisar mais de mim, me avise,
Que simplesmente irei embora, orando por você.”
Bruna Cardoso Gomes - 2º. F
“Quando você sentir vontade de chorar, não chore.
Pode me chamar que eu choro por você.
Quando você sentir vontade de sorrir, me avise
Que eu venho para nós dois sorrirmos juntos.
Quando você sentir vontade de amar, me chame,
Que eu venho amar você.
Quando você sentir que tudo está acabado, me chame,
Que eu venho lhe ajudar a reconstruir.
Quando você achar que o mundo é pequeno demais para suas tristezas,
Me chame, que eu faço ele pequeno para sua felicidade.
Quando você precisar de uma mão, me chame,
Que a minha é sempre sua.
Quando você precisar de companhia, naqueles dias nublados e tristes,
Ou nos dias ensolarados, eu venho, venho sim.
Quando você estiver precisando ouvir alguém dizer: EU TE AMO!
Me CHAME que eu digo a você a toda hora.
Pois o meu amor é imenso.
E quando você não precisar mais de mim, me avise,
Que simplesmente irei embora, orando por você.”
Amar e sofrer por você
Amar e sofrer por você
Karolina Morales B. Nuevo - 7ª. C
Adoro seu sorriso
Queria estar no paraíso
Mas não posso ir contigo
Você iria comigo?
Meu coração está aflito
Isso parece um castigo
O que você fez comigo?
Meu amor é infinito
Agora estou com medo
Com medo de te perder
Apesar de só me fazer sofrer
Eu sempre vou sonhar com você
Eu poderia te esquecer
Mas não consigo
Queria voltar a ser criança
Para você brincar comigo
Meu amor não é correspondido
Pois sei que não ligas pra mim
Meu coração está perdido
Porque não posso mais viver assim!
Karolina Morales B. Nuevo - 7ª. C
Adoro seu sorriso
Queria estar no paraíso
Mas não posso ir contigo
Você iria comigo?
Meu coração está aflito
Isso parece um castigo
O que você fez comigo?
Meu amor é infinito
Agora estou com medo
Com medo de te perder
Apesar de só me fazer sofrer
Eu sempre vou sonhar com você
Eu poderia te esquecer
Mas não consigo
Queria voltar a ser criança
Para você brincar comigo
Meu amor não é correspondido
Pois sei que não ligas pra mim
Meu coração está perdido
Porque não posso mais viver assim!
A dor do amor
A dor do amor
Aline Priscila C.R.Macedo - 1º A
Aqui termina
A minha longa jornada
De derrotas e fracassos
Estou indo embora para esquecer
Esquecer o rosto
Dos que me fizeram mal
Me prejudicaram
E esquecer você me apunhalando
Vou embora para esquecer
Os que me fazem falta
Me trazem saudades
Não agüento mais
Minha respiração, meu coração
Ele bate sem motivo,
Cada batida uma dor
Uma lágrima
Deixo aqui minha vida,
Entregue pelo medo
E pela dor.
Aline Priscila C.R.Macedo - 1º A
Aqui termina
A minha longa jornada
De derrotas e fracassos
Estou indo embora para esquecer
Esquecer o rosto
Dos que me fizeram mal
Me prejudicaram
E esquecer você me apunhalando
Vou embora para esquecer
Os que me fazem falta
Me trazem saudades
Não agüento mais
Minha respiração, meu coração
Ele bate sem motivo,
Cada batida uma dor
Uma lágrima
Deixo aqui minha vida,
Entregue pelo medo
E pela dor.
Amizade
Amizade
Giuliana Valles Pinesi - 2ºB
Nos momentos mais difíceis da vida,
Há sempre aquele anjinho
Que perdeu as suas asas
E está aqui para nos ajudar.
Esse anjo tem um nome
Ele se chama amigo
Tem o falso e o verdadeiro
Mas atravessam o infinito.
Nem sempre estão presentes
Nem sempre estão a brilhar
Mas só sei de uma coisa
Todos querem nos ajudar.
Amigos são jóias raras
Que não devemos desperdiçar
Eles podem ter várias caras
Mais vale a pena cultivar.
Giuliana Valles Pinesi - 2ºB
Nos momentos mais difíceis da vida,
Há sempre aquele anjinho
Que perdeu as suas asas
E está aqui para nos ajudar.
Esse anjo tem um nome
Ele se chama amigo
Tem o falso e o verdadeiro
Mas atravessam o infinito.
Nem sempre estão presentes
Nem sempre estão a brilhar
Mas só sei de uma coisa
Todos querem nos ajudar.
Amigos são jóias raras
Que não devemos desperdiçar
Eles podem ter várias caras
Mais vale a pena cultivar.
Vaidade
Vaidade
Bruna Caroline dos Santos Simões - 2ºB
Vaidade,
Que traz a origem
Composta por nós,
Corpo que mostra
Conduzida pela nossa
Alma.
Alma,
Que eleva nossa produtividade
Só basta a alma aprovar
Para sermos lindas e poderosas;
E também possa
Aumentar a famosa e procurada
“Auto-estima.
Bruna Caroline dos Santos Simões - 2ºB
Vaidade,
Que traz a origem
Composta por nós,
Corpo que mostra
Conduzida pela nossa
Alma.
Alma,
Que eleva nossa produtividade
Só basta a alma aprovar
Para sermos lindas e poderosas;
E também possa
Aumentar a famosa e procurada
“Auto-estima.
INFÂNCIA
INFÂNCIA
Ohara de Souza Coca - 2ºA
Queria voltar a infância
E ser de novo uma criança
Viver tudo novamente
E ser apenas contente...
Não ser mais uma adolescente
Olhar com olhos inocentes
Brincar como nunca antes
E viver alegrias constantes
Me acho solitária...
Embora pareça ser feliz por fora
Por dentro minha alma chora
E me faz querer ir embora
Queria voltar e viver com intensidade
Dias que me trouxeram felicidade
Pessoas que deixaram saudades
E uma infância com antigas amizades
Não sei o que está acontecendo
Acho que estou crescendo
E cada dia vou morrendo
E as lembranças revivendo
Sei que tenho que aproveitar o hoje
Mas é no ontem que queria estar
Já que não posso voltar
Fico aqui a lembrar e para sempre chorar!
Ohara de Souza Coca - 2ºA
Queria voltar a infância
E ser de novo uma criança
Viver tudo novamente
E ser apenas contente...
Não ser mais uma adolescente
Olhar com olhos inocentes
Brincar como nunca antes
E viver alegrias constantes
Me acho solitária...
Embora pareça ser feliz por fora
Por dentro minha alma chora
E me faz querer ir embora
Queria voltar e viver com intensidade
Dias que me trouxeram felicidade
Pessoas que deixaram saudades
E uma infância com antigas amizades
Não sei o que está acontecendo
Acho que estou crescendo
E cada dia vou morrendo
E as lembranças revivendo
Sei que tenho que aproveitar o hoje
Mas é no ontem que queria estar
Já que não posso voltar
Fico aqui a lembrar e para sempre chorar!
Minha vida
Minha vida
William Silva Santos - 2ºA
A minha vida é feita de atitudes
Quase sempre decentes
Poucas vezes perfeitas
E muitas vezes incompetentes.
Mas vou levando a vida
Do jeito que dá
Não vou ficar nervoso
Para não me estressar.
Ela é difícil;
Mas não reclamo dela
Não adianta chorar
Isso é coisa de donzela.
Mas até gosto dela
Com essas dificuldades,
Porque a gente se acomoda
Com as facilidades.
Nos dias de hoje
O melhor é relaxar
Fazer por merecer
E deixar a vida fluir, rolar e marejar.
William Silva Santos - 2ºA
A minha vida é feita de atitudes
Quase sempre decentes
Poucas vezes perfeitas
E muitas vezes incompetentes.
Mas vou levando a vida
Do jeito que dá
Não vou ficar nervoso
Para não me estressar.
Ela é difícil;
Mas não reclamo dela
Não adianta chorar
Isso é coisa de donzela.
Mas até gosto dela
Com essas dificuldades,
Porque a gente se acomoda
Com as facilidades.
Nos dias de hoje
O melhor é relaxar
Fazer por merecer
E deixar a vida fluir, rolar e marejar.
Tua ingratidão
Tua ingratidão
Fabiane Silveira Gomes – 2º. E
Quando te perdi
Não compreendi
Tua ingratidão.
Fiquei a chorar
Sem me conformar
Com a solidão.
Teu procedimento me fez infeliz
Deixando em meu peito uma cicatriz
Ao te ver de braços com novo amor
Não sei como pude suportar a dor.
Não venho pedir
Não venho implorar
Venho aqui só mesmo
Para te mostrar
Que não me interessa teu amor
Pois carrego comigo
Uma única dor.
Fabiane Silveira Gomes – 2º. E
Quando te perdi
Não compreendi
Tua ingratidão.
Fiquei a chorar
Sem me conformar
Com a solidão.
Teu procedimento me fez infeliz
Deixando em meu peito uma cicatriz
Ao te ver de braços com novo amor
Não sei como pude suportar a dor.
Não venho pedir
Não venho implorar
Venho aqui só mesmo
Para te mostrar
Que não me interessa teu amor
Pois carrego comigo
Uma única dor.
Frases, apenas frases
Frases, apenas frases
Guilherme Henrique da Silva – 7ª. A
Não entregue sua vida.
Você tem muito pela frente.
Para que vale a beleza dos olhos,
Se quando os lábios se tocam,
os olhos se fecham!
O maior defeito do homem
é conquistar o coração de uma mulher
sem ter a intenção de amá-la.
Na guerra do amor,
O perdedor é aquele
Que teme amar e sair ferido.
Se as coisas foram feitas para serem usadas
E as pessoas amadas,
Por que usamos as pessoas e amamos as coisas?
Guilherme Henrique da Silva – 7ª. A
Não entregue sua vida.
Você tem muito pela frente.
Para que vale a beleza dos olhos,
Se quando os lábios se tocam,
os olhos se fecham!
O maior defeito do homem
é conquistar o coração de uma mulher
sem ter a intenção de amá-la.
Na guerra do amor,
O perdedor é aquele
Que teme amar e sair ferido.
Se as coisas foram feitas para serem usadas
E as pessoas amadas,
Por que usamos as pessoas e amamos as coisas?
Na escola
Na escola
André de Paula Figueiredo - 7ª. A
O sinal da escola soa.
É hora de os alunos ficarem à toa,
e poderem conversar numa boa
sem serem interrompidos por outra pessoa.
O sinal da escola soa novamente.
Agora, os alunos já sobem contentes
porque conversaram com muita gente,
sem serem interrompidos pela professora.
Já na sala não é moleza
senão é Maria Adélia na cabeça,
que com aquela esperteza,
nos deixa com um peso na consciência.
Mas, apesar de tudo isso,
nós gostamos...
Pois aprendemos a ser
Cada dia, mais humanos.
André de Paula Figueiredo - 7ª. A
O sinal da escola soa.
É hora de os alunos ficarem à toa,
e poderem conversar numa boa
sem serem interrompidos por outra pessoa.
O sinal da escola soa novamente.
Agora, os alunos já sobem contentes
porque conversaram com muita gente,
sem serem interrompidos pela professora.
Já na sala não é moleza
senão é Maria Adélia na cabeça,
que com aquela esperteza,
nos deixa com um peso na consciência.
Mas, apesar de tudo isso,
nós gostamos...
Pois aprendemos a ser
Cada dia, mais humanos.
A melodia do amor
A melodia do amor
Bianca Caroline Vieira Pinto - 7ª. A
Sempre que te via,
meu coração pulava de alegria.
Meu sorriso se abria
e você nem percebia.
Quando isso acontecia,
eu me entristecia,
me trancava no quarto
e só Deus sabia o quanto sofria.
Mas um belo dia,
você com muita harmonia
olhou para essa menina
a que sempre te sorria.
E para sua sabedoria,
em sua companhia,
viveram a mais linda melodia
até o raiar do dia.
Bianca Caroline Vieira Pinto - 7ª. A
Sempre que te via,
meu coração pulava de alegria.
Meu sorriso se abria
e você nem percebia.
Quando isso acontecia,
eu me entristecia,
me trancava no quarto
e só Deus sabia o quanto sofria.
Mas um belo dia,
você com muita harmonia
olhou para essa menina
a que sempre te sorria.
E para sua sabedoria,
em sua companhia,
viveram a mais linda melodia
até o raiar do dia.
Os craques
Os craques
Matheus Pinto Borgas - 7ª. A
Com as jogadas de Robinho,
e os dribles de Ronaldinho,
a torcida se levanta
e se encanta!
Ronaldo dá pedaladas,
enquanto Kaká faz embaixadas.
Adriano com sua raça,
pelos zagueiros passa.
Marcos defende,
e à torcida surpreende.
Roberto Carlos chuta forte,
e o goleiro só pega se estiver com sorte!
Enquanto a torcida grita, olé,
os jogadores fazem mágica com a bola no pé.
São não dêem um empurrão,
para não tomarem um cartão!
Matheus Pinto Borgas - 7ª. A
Com as jogadas de Robinho,
e os dribles de Ronaldinho,
a torcida se levanta
e se encanta!
Ronaldo dá pedaladas,
enquanto Kaká faz embaixadas.
Adriano com sua raça,
pelos zagueiros passa.
Marcos defende,
e à torcida surpreende.
Roberto Carlos chuta forte,
e o goleiro só pega se estiver com sorte!
Enquanto a torcida grita, olé,
os jogadores fazem mágica com a bola no pé.
São não dêem um empurrão,
para não tomarem um cartão!
Não sei o que é o amor
Não sei o que é o amor
Mirella Maria Torres – 7ª. A
Não sei fazer poesias,
pois não tenho inspiração.
Vou tentar me concentrar
em um tal de coração!
Não sei o que amar!
Sou muito nova para saber!
Acho que é quando os pássaros cantam,
e eu me lembro de você!
Todos dizem que sou criança,
pois ainda sou B.V.,
mas quero que todos saibam;
eu só vou beijar você!
Não sei o que é amor.
Todos dizem que é o que sinto por você.
Mas se for, meu Deus do céu,
eu sou louca por você!
Não posso me iludir.
Ainda penso em você.
Será que estou amando
ou é só uma ilusão?
Mirella Maria Torres – 7ª. A
Não sei fazer poesias,
pois não tenho inspiração.
Vou tentar me concentrar
em um tal de coração!
Não sei o que amar!
Sou muito nova para saber!
Acho que é quando os pássaros cantam,
e eu me lembro de você!
Todos dizem que sou criança,
pois ainda sou B.V.,
mas quero que todos saibam;
eu só vou beijar você!
Não sei o que é amor.
Todos dizem que é o que sinto por você.
Mas se for, meu Deus do céu,
eu sou louca por você!
Não posso me iludir.
Ainda penso em você.
Será que estou amando
ou é só uma ilusão?
Um tempo, uma vida refletida
Um tempo, uma vida refletida
Tamires Ferreira Santiago 3ºA
Entre Ruínas ao vento
sinto-me livre e presa
A um destino que ainda desconheço.
O tempo não pára,
Eu ali, só, a espera de um futuro,
Não sei ao certo...
próximo...distante...
Meu pensamento longe,
preocupante,
calmo,
intrigante,
instigante,
livre,
constante...
Tamires Ferreira Santiago 3ºA
Entre Ruínas ao vento
sinto-me livre e presa
A um destino que ainda desconheço.
O tempo não pára,
Eu ali, só, a espera de um futuro,
Não sei ao certo...
próximo...distante...
Meu pensamento longe,
preocupante,
calmo,
intrigante,
instigante,
livre,
constante...
Simplesmente Mulher
Simplesmente Mulher
Patrícia Estambone Luccas 3ºA
Com um belo anjo quero voar
Para com ela:passear, viajar, brincar,
Com ela, um abraço de mãe quero ganhar
Para hoje poder sonhar...
Não se vá!
Sem você, meu sol não brilhará...
Foi...
Aqui me deixou,
Mas em meu coração
Eternamente ficará...
Patrícia Estambone Luccas 3ºA
Com um belo anjo quero voar
Para com ela:passear, viajar, brincar,
Com ela, um abraço de mãe quero ganhar
Para hoje poder sonhar...
Não se vá!
Sem você, meu sol não brilhará...
Foi...
Aqui me deixou,
Mas em meu coração
Eternamente ficará...
Ela
Ela
Guilherme Balsanelli da Silva 3ºD
Uma deusa ao chamar divino
Um anjo ao olhar sucinto
Uma mulher ao doce encanto.
Entre asas e cruzes..levanta
Entre saltos e repousos...pede com os olhos
Entre a vida e a alma...reage.
Por que não ir? Nada a conduzirá
Ao que não é digno do seu ser,
Antes ir do que ficar por lá e sofrer
Ela é, ela tem, ela merece seguir.
Cruz absurda, asas envolventes, olhar corajoso
Quem é?
O anjo da vaidade celestial,
A deusa que une a força à beleza,
A mulher que voa, cuida e vai...
Guilherme Balsanelli da Silva 3ºD
Uma deusa ao chamar divino
Um anjo ao olhar sucinto
Uma mulher ao doce encanto.
Entre asas e cruzes..levanta
Entre saltos e repousos...pede com os olhos
Entre a vida e a alma...reage.
Por que não ir? Nada a conduzirá
Ao que não é digno do seu ser,
Antes ir do que ficar por lá e sofrer
Ela é, ela tem, ela merece seguir.
Cruz absurda, asas envolventes, olhar corajoso
Quem é?
O anjo da vaidade celestial,
A deusa que une a força à beleza,
A mulher que voa, cuida e vai...
Liberte-se alma!
Liberte-se alma!
Karina Martins Monteiro 3ºA
Guerreira liberta
Representa a verdade
Todos estão incertos
Quanto a própria liberdade.
Anjo de Deus
Representa o desejo,
Liberta-se de tudo
Pacifica-se num beijo.
Anjo liberto
Uma asa apenas,
Não sabe ao certo
Se sua alma é livre.
Karina Martins Monteiro 3ºA
Guerreira liberta
Representa a verdade
Todos estão incertos
Quanto a própria liberdade.
Anjo de Deus
Representa o desejo,
Liberta-se de tudo
Pacifica-se num beijo.
Anjo liberto
Uma asa apenas,
Não sabe ao certo
Se sua alma é livre.
Interpretação
Interpretação
Karina Cristina Souto 3ºB
Entre a vida e a alma
Uma linha,
O real e o que não se imagina
Ventos, passagens, caminhadas, trilhas
Levando o que não se percebe
Alma, parte de nós
Floresce e permanece
Mesmo que em meio à seca
Onde vida nenhuma sem elaPermaneceria viva.
Karina Cristina Souto 3ºB
Entre a vida e a alma
Uma linha,
O real e o que não se imagina
Ventos, passagens, caminhadas, trilhas
Levando o que não se percebe
Alma, parte de nós
Floresce e permanece
Mesmo que em meio à seca
Onde vida nenhuma sem elaPermaneceria viva.
Verso
Verso
Natália Paiva Pereira 3ºB
No profundo da imensidão
Acorrentada estou,
Como alma presa a um coração
Que como um anjo o deixou...
Natália Paiva Pereira 3ºB
No profundo da imensidão
Acorrentada estou,
Como alma presa a um coração
Que como um anjo o deixou...
Calmaria
Calmaria
Grasiele Staiannon de Souza 3ºD
Árvore, mato, animais,
Ar puro, insetos e poeira.
Ao longe, sons de murmúrios
Da cachoeira.
Caminhando entre o verde da mata
Em passos largos rumo a imensidão,
Na calada da noite
Busco a quietude
Para a minha inquietação.
Ao primeiro alvorecer
Ouvindo o suspirar da brisa calma
Encontro a solidão
Para a minha pacificação.
Grasiele Staiannon de Souza 3ºD
Árvore, mato, animais,
Ar puro, insetos e poeira.
Ao longe, sons de murmúrios
Da cachoeira.
Caminhando entre o verde da mata
Em passos largos rumo a imensidão,
Na calada da noite
Busco a quietude
Para a minha inquietação.
Ao primeiro alvorecer
Ouvindo o suspirar da brisa calma
Encontro a solidão
Para a minha pacificação.
O peso da Mente
O Peso da Mente
Leandro Reberti dos Santos 3°A
Todos temos problemas
ficamos descontentes
nos sentimos diferentes.
Mas, nem todos
têm o peso na mente,
que nos faz refletir
e pensar novamente
Governantes são exemplos,
tomam atitudes
inconseqüentes,
sem pensar
no que seria coerente,
para acabar com os problemas sociais
e só pensar
no que seria atraente
aos seus bolsos
sem pensar nas pessoas mais carentes.
Leandro Reberti dos Santos 3°A
Todos temos problemas
ficamos descontentes
nos sentimos diferentes.
Mas, nem todos
têm o peso na mente,
que nos faz refletir
e pensar novamente
Governantes são exemplos,
tomam atitudes
inconseqüentes,
sem pensar
no que seria coerente,
para acabar com os problemas sociais
e só pensar
no que seria atraente
aos seus bolsos
sem pensar nas pessoas mais carentes.
...momentos
...momentos
João Luiz de Lima Júnior 3ºB
Ando pelas ruas
no meio de milhares de pessoas,
sinto falta de uma;
sinto-me só.
Falta pedaço de mim,
falta alguém alegre e risonho,
que irradiava o bem...
Agora parece
uma cinzenta manhã de inverno:
fria, vazia, mórbida e triste.
Sinto falta de quem você levou
quando partiu.
Sinto falta de...
...mim.
João Luiz de Lima Júnior 3ºB
Ando pelas ruas
no meio de milhares de pessoas,
sinto falta de uma;
sinto-me só.
Falta pedaço de mim,
falta alguém alegre e risonho,
que irradiava o bem...
Agora parece
uma cinzenta manhã de inverno:
fria, vazia, mórbida e triste.
Sinto falta de quem você levou
quando partiu.
Sinto falta de...
...mim.
Amanhã
Amanhã
Carla Marcondes 3ºC
Amanhã
eu não saberei nada de ti,
porque o tempo
terá roubado as lembranças,
porque o cansaço da espera
terá apagado o meu corpo.
Amanhã
quando tu quiseres amar-me,
não acharás nada de mim,
porque terei esquecido
que talvez amanhã,
possas amar-me.
Carla Marcondes 3ºC
Amanhã
eu não saberei nada de ti,
porque o tempo
terá roubado as lembranças,
porque o cansaço da espera
terá apagado o meu corpo.
Amanhã
quando tu quiseres amar-me,
não acharás nada de mim,
porque terei esquecido
que talvez amanhã,
possas amar-me.
Bolo aventureiro
Bolo do aventureiro
Flávio Gabriel 5ªC
Ingredientes:
Um par de botas;
Um mapa de viagem;
2 colheres de coragem;
e xícaras de solidariedade;
3xícaras de amizade;
11/2 xícara de amor
Modo de preparo:
Coloque na tigela amor e coragem,
misture bem, acrescente a amizade aos poucos,
despejar tudo nas botas
polvilhe com solidariedade.
Leve ao forno por 20 minutos,
quando estiver prontoforre tudo no mapa de viagem.
Amiga sincera
Amiga sincera
Thainná Camargo Rezende 5ªC
Ingredientes:
5 xícaras de amizade;
3 colheres de amor;
2 pitadas de fidelidade;
beijinhos a gosto.
Modo de preparo:
misture tudo numa tigela,
menos beijinhos a gosto;
misture e coloque na forma.
Leve ao forno por 15 minutos.
Para o recheio coloque beijinhos a gosto.
Sua amiga será sincera com você para sempre.
Rendimento:
20 porções.
Bolo da irmã perfeita
Bolo da irmã perfeita
Núbia 5ªC
Fácil preparo e rende uma porção
Ingredientes:
2 xícaras de paz;
1 pitada de pó de pirim pim-pim;
3 colheres de amor;
5 gotas de paciência ou mais, depende de seu bom humor;
3 xícaras de presentes, só para agradar.
2 pitadas de piadas;
4 colheres de abraços bem apertados
Modo de preparo:
Pegue uma vasilha,
Misture as duas xícaras de paz,
Adicionando as colheres de amor as 5 gotas de paciência.
Misture tudo e deixe descansar por dez minutos.
Pegue outra vasilha,
De preferência de cor laranja,
Misture com cuidado as pitadas de piadas e as colheres de abraços e presentes.
Depois pegue a massa, já reservada e misture, com muito amor os outros ingredientes.
Coloque tudo no forno e asse por 30 minutos.
Quando você sentir o cheiro maravilhoso e o seu coração bater mais forte, tire o bolo do forno.
Para finalizar coloque sobre o bolo o pó de pirim pim-pim.
1000 calorias de amor. Sua irmã vai ficar muito mais amigável...
Cada dia como se fosse o último
Cada dia como se fosse o último
Bruna Martins 5ª A
Agradável
Perfume de flores
Possa todos os seus dias
revelarem como botões de rosas
no orvalho matinal que surgem
com o sol da manhã.
E desabrocham antes do dia acabar.
Presentes
Com Amor
De que vale a doação
Se não for de coração?
Pois é lá onde começa
O amor e a gratidão.
Não se deve compartilhar
Se não houver intenção,
Pois de que adianta doar
Se não for de coração?
Se for doar alguma coisa,
Faça-o com fervor
O presente só dever vir
De um coração transbordando...
De amor.
Bruna Martins 5ª A
Agradável
Perfume de flores
Possa todos os seus dias
revelarem como botões de rosas
no orvalho matinal que surgem
com o sol da manhã.
E desabrocham antes do dia acabar.
Presentes
Com Amor
De que vale a doação
Se não for de coração?
Pois é lá onde começa
O amor e a gratidão.
Não se deve compartilhar
Se não houver intenção,
Pois de que adianta doar
Se não for de coração?
Se for doar alguma coisa,
Faça-o com fervor
O presente só dever vir
De um coração transbordando...
De amor.
Encontrei...
Encontrei...
Thais Pestana Hidalgo – 7ª. A
Em ti encontrei o alimento da alma,
o remédio para a solidão...
Encontrei a coberta para as noites frias.
A luz de um amanhecer...
Uma lua em noites escuras.
Encontrei a calma de um córrego,
o perfume de uma flor,
o sorriso de uma menina,
o fogo de uma mulher,
uma vida sem dor...
Já que não pude te amar,
Te amei em meus sonhos...
Já que não podes ser meu,
eu serei sempre tua...
Já que não posso morrer de amor...
Viverei dele!
Sei que estás aí, em algum lugar...
Dentro do meu coração.
De onde jamais sairás!
Thais Pestana Hidalgo – 7ª. A
Em ti encontrei o alimento da alma,
o remédio para a solidão...
Encontrei a coberta para as noites frias.
A luz de um amanhecer...
Uma lua em noites escuras.
Encontrei a calma de um córrego,
o perfume de uma flor,
o sorriso de uma menina,
o fogo de uma mulher,
uma vida sem dor...
Já que não pude te amar,
Te amei em meus sonhos...
Já que não podes ser meu,
eu serei sempre tua...
Já que não posso morrer de amor...
Viverei dele!
Sei que estás aí, em algum lugar...
Dentro do meu coração.
De onde jamais sairás!
Te espero
Te espero
Aline Cosmo Gentil – 1º. D
Estou perdida
me afogando em desespero.
Recolhendo meus pedaços no chão.
Pagando pelos meus erros.
Ninguém poderá me salvar.
Isso tudo porque eu quis.
Este é meu pesadelo.
Eu só queria ser feliz!
Ando sem rumo.
Vago na escuridão.
A dor que me consome,
me afasta da salvação.
Espero meu anjo negro
que aparecerá da escuridão.
Seu coração se fará meu
e será seu meu coração.
Como um sonho me envolverá.
Em seus braços ficarei.
Estarei junto a seu peito frio.
Em suas plumagens me protegerei.
Viverei com ele para sempre
quando a morte meus olhos fechar.
Aline Cosmo Gentil – 1º. D
Estou perdida
me afogando em desespero.
Recolhendo meus pedaços no chão.
Pagando pelos meus erros.
Ninguém poderá me salvar.
Isso tudo porque eu quis.
Este é meu pesadelo.
Eu só queria ser feliz!
Ando sem rumo.
Vago na escuridão.
A dor que me consome,
me afasta da salvação.
Espero meu anjo negro
que aparecerá da escuridão.
Seu coração se fará meu
e será seu meu coração.
Como um sonho me envolverá.
Em seus braços ficarei.
Estarei junto a seu peito frio.
Em suas plumagens me protegerei.
Viverei com ele para sempre
quando a morte meus olhos fechar.
Capoeira
Capoeira
Carolina Mascara Ferreira Calor – 8ª. C
Dá para sentir a energia.
Aglomerado de pessoas gritando.
Toda a graça, a força e a magia.
Então, a capoeira começa... em fim!
Lá no céu o sol brilhando.
Aqui no chão, a poeira subindo.
Batendo palmas e cantando,
o jogador com firmeza se move
Nos movimentos do corpo, agilidade.
Uma dança logo vai se desenhando,
na ginga, um compasso rebelde.
Areia subindo, berimbau tocando.
Não é mais Bahia, agora é Brasil!
Esse ritmo não só contagia,
Mas leva à emoção.
É capoeira, é sol, é vida.
Aqui plantaram de tudo,
Mas a capoeira brotou só.
Num lugar que abriga um mundo
Capoeira é o que há de melhor!
Carolina Mascara Ferreira Calor – 8ª. C
Dá para sentir a energia.
Aglomerado de pessoas gritando.
Toda a graça, a força e a magia.
Então, a capoeira começa... em fim!
Lá no céu o sol brilhando.
Aqui no chão, a poeira subindo.
Batendo palmas e cantando,
o jogador com firmeza se move
Nos movimentos do corpo, agilidade.
Uma dança logo vai se desenhando,
na ginga, um compasso rebelde.
Areia subindo, berimbau tocando.
Não é mais Bahia, agora é Brasil!
Esse ritmo não só contagia,
Mas leva à emoção.
É capoeira, é sol, é vida.
Aqui plantaram de tudo,
Mas a capoeira brotou só.
Num lugar que abriga um mundo
Capoeira é o que há de melhor!
Quero-te como és
Quero-te como és
Samuel Pin Kobayashi – 8ª. C
Quero-te como és,
simples como um poema da verdade,
para minha alegria
para o meu sonho e felicidade.
Quero-te como estás,
livre e pura.
Com tua vaidade!
Com tua formosura!
Acostuma-te ao homem que te espera,
Para que vivas, para que desfrutes
dos ricos tesouros de mulher!
Vem para o meu amor,
com tua mocidade,
para minha esperança e ventura!
Samuel Pin Kobayashi – 8ª. C
Quero-te como és,
simples como um poema da verdade,
para minha alegria
para o meu sonho e felicidade.
Quero-te como estás,
livre e pura.
Com tua vaidade!
Com tua formosura!
Acostuma-te ao homem que te espera,
Para que vivas, para que desfrutes
dos ricos tesouros de mulher!
Vem para o meu amor,
com tua mocidade,
para minha esperança e ventura!
Das cinzas
Das cinzas
Franklin Dias Rocha da Silva Franco - 8ª. C
Ao fim de tudo,
quando fui deixado, aqui,
para trás,
pelo tempo e pelo karma,
aqueles, uma vez aqui
junto de mim, se foram
para longe
para o outro lado,
para longe de mim...
Agora me delicio
com um novo gosto.
Nojo!
Solidão fria, desgosto.
Vida vazia.
A nascer de um novo dia,
arrasto as asas de um anjo caído
e rompo as portas, com um grito
sofrido.
Tempo de rasgar as rosas secas do passado.
O perfume aniquilado
por caminhos separados.
O ciclo vai...
A natureza morre.
O sangue escorre.
A vida acaba.
Um ano novo...
Ceifando raízes,
criando diretrizes,
esquecendo a saudade,
começando de novo.
Franklin Dias Rocha da Silva Franco - 8ª. C
Ao fim de tudo,
quando fui deixado, aqui,
para trás,
pelo tempo e pelo karma,
aqueles, uma vez aqui
junto de mim, se foram
para longe
para o outro lado,
para longe de mim...
Agora me delicio
com um novo gosto.
Nojo!
Solidão fria, desgosto.
Vida vazia.
A nascer de um novo dia,
arrasto as asas de um anjo caído
e rompo as portas, com um grito
sofrido.
Tempo de rasgar as rosas secas do passado.
O perfume aniquilado
por caminhos separados.
O ciclo vai...
A natureza morre.
O sangue escorre.
A vida acaba.
Um ano novo...
Ceifando raízes,
criando diretrizes,
esquecendo a saudade,
começando de novo.
SOZINHA
SOZINHA
Cecília Mascara Ferreira Calor – 8ª. C
Olha eu ali,
Olha eu aqui,
Sozinha
Esperando.
Esperando quem?
Esperando o quê?
Esperando por ele?
Esperando você?
Será que você vem?
Sozinha
Esperando.
Esperando você
Sozinha
Esperando.
Por quanto tempo?
Sozinha
Amando você.
Cecília Mascara Ferreira Calor – 8ª. C
Olha eu ali,
Olha eu aqui,
Sozinha
Esperando.
Esperando quem?
Esperando o quê?
Esperando por ele?
Esperando você?
Será que você vem?
Sozinha
Esperando.
Esperando você
Sozinha
Esperando.
Por quanto tempo?
Sozinha
Amando você.
Amar!
Amar!
Fernanda Mazzuchelli Agostinho - 8ª C
A palavra amor
Começa de um simples gostar
Mas não sabemos da dor
Que um dia pode nos causar!
Não bastam somente palavras
Para demonstrar esse sentimento
Temos que mostrar em gestos
O que sentimos aqui dentro
E também pode bater a decepção
Pois se o amor não for forte o bastante
Vai doer no coração!
Um dia pode tudo passar
Mas essa pessoa que amei
Para sempre vou me lembrar!
Fernanda Mazzuchelli Agostinho - 8ª C
A palavra amor
Começa de um simples gostar
Mas não sabemos da dor
Que um dia pode nos causar!
Não bastam somente palavras
Para demonstrar esse sentimento
Temos que mostrar em gestos
O que sentimos aqui dentro
E também pode bater a decepção
Pois se o amor não for forte o bastante
Vai doer no coração!
Um dia pode tudo passar
Mas essa pessoa que amei
Para sempre vou me lembrar!
O amor
O amor
Luan Rodrigues Martins – 8ª C
Amar para quê?
Amar para ser amado...
Ame as pessoas
E também serás amado.
Amar para quê?
Amar porque o amor só traz o bem
Ame alguém
E estarás sempre bem!
O amor é um
Sentimento profundo
O maior do mundo.
O amor está aqui e ali,
Está em todo lugar,
Mas em meu coração ele há de ficar!
Luan Rodrigues Martins – 8ª C
Amar para quê?
Amar para ser amado...
Ame as pessoas
E também serás amado.
Amar para quê?
Amar porque o amor só traz o bem
Ame alguém
E estarás sempre bem!
O amor é um
Sentimento profundo
O maior do mundo.
O amor está aqui e ali,
Está em todo lugar,
Mas em meu coração ele há de ficar!
MELANCIA
MELANCIA
Camila Rainha Bocazzi – 1º. B
Todo dia, Maria
Sentia vontade de comer melancia.
João foi ver o que havia
Com sua Maria.
E era somente uma vontade
Louca e comer melancia.
A vontade não passava
E João enlouquecia
Com essa vontade louca
De comer melancia!
Maria pedia melancia
Em todas as horas do dia.
Que vontade louca
De comer melancia!
Até que um dia,
Maria se levantou
Com vontade de comer abobrinha
E essa história se repetia
Em cada sonho de Maria.
Camila Rainha Bocazzi – 1º. B
Todo dia, Maria
Sentia vontade de comer melancia.
João foi ver o que havia
Com sua Maria.
E era somente uma vontade
Louca e comer melancia.
A vontade não passava
E João enlouquecia
Com essa vontade louca
De comer melancia!
Maria pedia melancia
Em todas as horas do dia.
Que vontade louca
De comer melancia!
Até que um dia,
Maria se levantou
Com vontade de comer abobrinha
E essa história se repetia
Em cada sonho de Maria.
Amanhã
Amanhã
Aline Pirola Rossetto – 1º B
Amanhã é um novo dia.
Dia em que tudo se irradia
Dia em que o Sol brilha
Dia que amanhece, clareia e anoitece.
Amanhã é manhã
Em que tudo se renova,
A esperança da mudança
Nos olhos daquela criança.
Amanhã eu vou voltar
Voltar para o que me espera,
E esperar que um dia eu volte
Naquele mesmo amanhã!
Aline Pirola Rossetto – 1º B
Amanhã é um novo dia.
Dia em que tudo se irradia
Dia em que o Sol brilha
Dia que amanhece, clareia e anoitece.
Amanhã é manhã
Em que tudo se renova,
A esperança da mudança
Nos olhos daquela criança.
Amanhã eu vou voltar
Voltar para o que me espera,
E esperar que um dia eu volte
Naquele mesmo amanhã!
Onze horas
Onze horas
David Lucas Blanco – 1º B
Onze horas da manhã,
Mas para mim, é madrugada.
Um pão velho no café,
Antes de sair de casa.
Todos os dias, vou à escola,
Mas não aprendo nada.
Chego em casa, como e durmo
Pra sair de madrugada
Atrás de alguém
Que nunca vou encontrar.
Aquela que se esconde
Atrás do escuro.
A pessoa que não vejo
Ela pode não existir,
Mas eu ainda a espero
David Lucas Blanco – 1º B
Onze horas da manhã,
Mas para mim, é madrugada.
Um pão velho no café,
Antes de sair de casa.
Todos os dias, vou à escola,
Mas não aprendo nada.
Chego em casa, como e durmo
Pra sair de madrugada
Atrás de alguém
Que nunca vou encontrar.
Aquela que se esconde
Atrás do escuro.
A pessoa que não vejo
Ela pode não existir,
Mas eu ainda a espero
Sem medo de ser feliz!
SOY YANG
SOY YANG
Maria Carolina V. S. Santiago – 1º. B
Represento a noite após o dia.
A escuridão ao término da luz
Sou inferno...
...sobreposto do céu.
A maldade contida na bondade
O caos existente na ordem
a malícia...
...brotando nas mentes inocentes.
No Amor, sou paixão.
O posto é minha definição
Yin é meu irmão.
Faces opostas da mesma moeda
Que nunca existirão...
... em completa solidão.
Maria Carolina V. S. Santiago – 1º. B
Represento a noite após o dia.
A escuridão ao término da luz
Sou inferno...
...sobreposto do céu.
A maldade contida na bondade
O caos existente na ordem
a malícia...
...brotando nas mentes inocentes.
No Amor, sou paixão.
O posto é minha definição
Yin é meu irmão.
Faces opostas da mesma moeda
Que nunca existirão...
... em completa solidão.
Solidão
Solidão
Amanda Garcia Medeiros – 1º. B
Meu amor foi embora
Junto com meus sonhos e emoção.
Agora não resta mais nada
Além de lágrimas e solidão.
Só ilusão ficou,
Marcas que não sairão do meu peito.
E eu achando que era eterno
Algo que nem começou.
Tristeza, angústia e solidão.
Os únicos sentimentos que restaram.
Além de um amor singelo
Nada mais ficou.
Sei que o que sinto não vai acabar
Pois é amor, e amor não acaba,
Só se modifica
Hoje não sei viver sem você.
Amanhã me acostumarei,
Mas amor ainda fica!
Amanda Garcia Medeiros – 1º. B
Meu amor foi embora
Junto com meus sonhos e emoção.
Agora não resta mais nada
Além de lágrimas e solidão.
Só ilusão ficou,
Marcas que não sairão do meu peito.
E eu achando que era eterno
Algo que nem começou.
Tristeza, angústia e solidão.
Os únicos sentimentos que restaram.
Além de um amor singelo
Nada mais ficou.
Sei que o que sinto não vai acabar
Pois é amor, e amor não acaba,
Só se modifica
Hoje não sei viver sem você.
Amanhã me acostumarei,
Mas amor ainda fica!
Futebol
Futebol
Cíntia Maria Cardoso Attanasio – 1º. C
Uma coisa inexplicável
Um amor inabalável.
Amor dividido entre clubes
Clubes que unem pessoas.
Pessoas que formam torcidas
Torcidas capazes de cometerem loucuras
Loucuras que podem comprometer a vida
Vida passageira.
Passageiro como os sentimentos
Sentimentos que mudam em minutos
Minuto que dá para fazer o gol.
Gol que pode reverter o placar.
Placar que decide campeonato
Campeonato que todos querem.
Querem ver seu time campeão
Campeão para zoar os outros
Outros de clubes diferentes
Diferentes clubes que unem paixão
Paixão pelo futebol.
Futebol uma coisa inexplicável
Um amor inabalável.
Cíntia Maria Cardoso Attanasio – 1º. C
Uma coisa inexplicável
Um amor inabalável.
Amor dividido entre clubes
Clubes que unem pessoas.
Pessoas que formam torcidas
Torcidas capazes de cometerem loucuras
Loucuras que podem comprometer a vida
Vida passageira.
Passageiro como os sentimentos
Sentimentos que mudam em minutos
Minuto que dá para fazer o gol.
Gol que pode reverter o placar.
Placar que decide campeonato
Campeonato que todos querem.
Querem ver seu time campeão
Campeão para zoar os outros
Outros de clubes diferentes
Diferentes clubes que unem paixão
Paixão pelo futebol.
Futebol uma coisa inexplicável
Um amor inabalável.
A guerra da cruz
A guerra da cruz
Jonathan Santana Ribeiro – 1º. C
Nasce o Sol no deserto.
Os soldados começam a se armar.
A cruz no peito do exército
E a única ordem é matar.
Defendem os grandes portões
De espada e escudo na mão.
As flechas voando aos milhões
Protegem o grande sultão.
Derrubam os muros da cidade
Com muita fé no coração.
E alimentam de felicidades
Ricardo o Grande Leão.
Estamos na grande vantagem
Defendam com energia de menino.
O nosso senhor da coragem
O poderoso sultão Saladino.
Em minoria nós lutaremos,
Mas com armas de qualidade
E na alegria morreremos
Para livrar a Santa Cidade.
Corajosos eram os nazarenos
Com suas tropas fortes e armadas
Mas em maioria estavam os sarracenos
Que venceram as Grandes Cruzadas.
Jonathan Santana Ribeiro – 1º. C
Nasce o Sol no deserto.
Os soldados começam a se armar.
A cruz no peito do exército
E a única ordem é matar.
Defendem os grandes portões
De espada e escudo na mão.
As flechas voando aos milhões
Protegem o grande sultão.
Derrubam os muros da cidade
Com muita fé no coração.
E alimentam de felicidades
Ricardo o Grande Leão.
Estamos na grande vantagem
Defendam com energia de menino.
O nosso senhor da coragem
O poderoso sultão Saladino.
Em minoria nós lutaremos,
Mas com armas de qualidade
E na alegria morreremos
Para livrar a Santa Cidade.
Corajosos eram os nazarenos
Com suas tropas fortes e armadas
Mas em maioria estavam os sarracenos
Que venceram as Grandes Cruzadas.
Coisas
Coisas
Armando de Paula Figueiredo - 1º C
Te vi de longe
Jurei amor eterno.
Te vi de perto
Vai ser feia lá no inferno.
Não entendo as coisas.
Por que elas são assim?
De noite bela, maravilhosa
De dia, feia e malvada.
Coisas assim não têm explicação.
Temos de conviver com elas
E esperar a salvação.
Vou voar para longe
Longe de tudo e de todos.
E lá vou esperar isso acabar
Até alguém ir me salvar.
Armando de Paula Figueiredo - 1º C
Te vi de longe
Jurei amor eterno.
Te vi de perto
Vai ser feia lá no inferno.
Não entendo as coisas.
Por que elas são assim?
De noite bela, maravilhosa
De dia, feia e malvada.
Coisas assim não têm explicação.
Temos de conviver com elas
E esperar a salvação.
Vou voar para longe
Longe de tudo e de todos.
E lá vou esperar isso acabar
Até alguém ir me salvar.
Meu São Paulo
Meu São Paulo
Carlos Eduardo Ottoniel – 1º. C
Humm... mas que emoção
ver o meu São Paulo
disputando mais uma decisão.
Primeiro tempo 0 X 0.
Meu Deus, segundo tempo...
Pênalti para o São Paulo.
Amoroso cobra ...gooooolllll!!!!
São Paulo 1 x 0. Fim de jogo
E a torcida grita...
È campeão! É campeão!
Humm... mas que emoção!
Não há nada melhor nessa vida
do que ver o meu São Paulo
mais uma vez sendo campeão!
Carlos Eduardo Ottoniel – 1º. C
Humm... mas que emoção
ver o meu São Paulo
disputando mais uma decisão.
Primeiro tempo 0 X 0.
Meu Deus, segundo tempo...
Pênalti para o São Paulo.
Amoroso cobra ...gooooolllll!!!!
São Paulo 1 x 0. Fim de jogo
E a torcida grita...
È campeão! É campeão!
Humm... mas que emoção!
Não há nada melhor nessa vida
do que ver o meu São Paulo
mais uma vez sendo campeão!
SEGREDO
SEGREDO
Rafael D’Lucas Gonzaga Acquesta – 1º C
Eu tenho um segredo no peito
que na noite passada,
quase, que sem jeito,
eu ia revelar.
Foi quando um amor diferente
estava em meus braços,
olhei pro espaço e vi, lá
no céu, uma estrela se mudar.
E lembrei das palavras doces
que um dia eu falei para alguém
que tanto e tanto me amou e
me beijou como ninguém
E ela flutuou nos meus braços,
mudou os meus planos e
nossos segredos confidenciamos
sem revelar.
Rafael D’Lucas Gonzaga Acquesta – 1º C
Eu tenho um segredo no peito
que na noite passada,
quase, que sem jeito,
eu ia revelar.
Foi quando um amor diferente
estava em meus braços,
olhei pro espaço e vi, lá
no céu, uma estrela se mudar.
E lembrei das palavras doces
que um dia eu falei para alguém
que tanto e tanto me amou e
me beijou como ninguém
E ela flutuou nos meus braços,
mudou os meus planos e
nossos segredos confidenciamos
sem revelar.
terça-feira, fevereiro 28, 2006
Nas sombras do Vale da Morte
Nas sombras do Vale da Morte
Igor Luiz Emydio – 1º. B
Sentado no meu quarto, vejo o tempo passar. Solidão, angústia, tudo isso se mistura à escuridão, só há a tela do computador iluminando o quarto.
E lá está seu retrato na escrivaninha, já todo borrado pelas lágrimas que saem de meus olhos todos as noites.
A madrugada está apenas começando. No céu...estrelas, elas me fazem lembrar de você. È uma noite sem lua, a escuridão toma tudo, ruas, casas, minha alma.Nessas noites, meus fantasmas me atacam, a solidão e o medo de nunca ter você me fazem enlouquecer.
De repente, percebo que já são três horas da manhã. Deito em minha cama e durmo. A imagem de seu rosto invade meu sonho em pequenos flashes, mas nem no sonho, consigo beijá-la. E do nada sua imagem some na escuridão, e aí, volta tudo outra vez. Vejo-me em meu quarto, de novo, sentado na escuridão e a tela do computador piscando, indicando que há uma mensagem.
Acordo triste como sempre e vou para a escola. As pessoas não percebem minha solidão, pois uso uma máscara. Mas, quando vejo você, volta todo aquele sentimento. Mergulho de cabeça na ilusão de um dia ter você, e quando você me pergunta:
-- Tudo bem?
Por dentro grito que não, pois não a tenho, mas de minha boca só sai:
-- Sim, tudo bem!Igor Luiz Emydio – 1º. B
Sentado no meu quarto, vejo o tempo passar. Solidão, angústia, tudo isso se mistura à escuridão, só há a tela do computador iluminando o quarto.
E lá está seu retrato na escrivaninha, já todo borrado pelas lágrimas que saem de meus olhos todos as noites.
A madrugada está apenas começando. No céu...estrelas, elas me fazem lembrar de você. È uma noite sem lua, a escuridão toma tudo, ruas, casas, minha alma.Nessas noites, meus fantasmas me atacam, a solidão e o medo de nunca ter você me fazem enlouquecer.
De repente, percebo que já são três horas da manhã. Deito em minha cama e durmo. A imagem de seu rosto invade meu sonho em pequenos flashes, mas nem no sonho, consigo beijá-la. E do nada sua imagem some na escuridão, e aí, volta tudo outra vez. Vejo-me em meu quarto, de novo, sentado na escuridão e a tela do computador piscando, indicando que há uma mensagem.
Acordo triste como sempre e vou para a escola. As pessoas não percebem minha solidão, pois uso uma máscara. Mas, quando vejo você, volta todo aquele sentimento. Mergulho de cabeça na ilusão de um dia ter você, e quando você me pergunta:
-- Tudo bem?
Por dentro grito que não, pois não a tenho, mas de minha boca só sai:
-- Sim, tudo bem!
Que susto!
Que susto!
Victor Ciferri Guedes – 7ª. A
Estava eu lá em um dia comum, numa tarde comum de fim de semana, fazendo uma coisa comum - navegando na Internet, quando, de repente, ouço um grito forte e agudo, parecido com a voz da minha irmã.
Saí em disparada para ver o que havia acontecido, cheguei à sala e vi uma bagunça, mas era uma bagunça mesmo! Isso só acabou ajudando a aumentar meu desespero. Corri para o escritório e só vi marcas de mãos no vidro da porta. Olhei no banheiro e lá não havia ninguém.
Então, pensei em ir até a cozinha, a última opção. À medida que me aproximava, sentia um certo receio, só pensando o que poderia encontrar lá. Quando olhei e não vi ninguém, o pavor tomou conta de mim, bateu um desespero misturado com medo, fiquei branco como uma folha de papel, quando...
-- Ai, meu Deus!
Uma faca caída no chão, perto da pia, e manchas de sangue, formando um caminho, imediatamente segui aquele rastro de sangue que me levou ao quintal.
Foi então que eu vi um banquinho e fiquei pasmo, mas não pelo faro de ver o banquinho, mas porque minha irmã estava em cima dele gritando. Olhei para todo o espaço do quintal e como nada percebi de errado, perguntei o que estava acontecendo. Ela, mais calma, falou:
-- Eu estava na cozinha cortando pão, quando uma barata nojenta e louca apareceu. No desespero acabei cortando meu o dedo, corri para o quintal e esse monstro correu atrás de mim, subi no banquinho e comecei a gritar. Eis que você chegou e pisou naquele monstro, salvando-me do perigo. Muito obrigada!
Eu, ainda confuso e surpreso, respondi de nada, e voltei ao meu computador.
--- Ah! Essas mulheres! Vai entender!
Que susto!
Que susto!
Victor Ciferri Guedes – 7ª. A
Estava eu lá em um dia comum, numa tarde comum de fim de semana, fazendo uma coisa comum - navegando na Internet, quando, de repente, ouço um grito forte e agudo, parecido com a voz da minha irmã.
Saí em disparada para ver o que havia acontecido, cheguei à sala e vi uma bagunça, mas era uma bagunça mesmo! Isso só acabou ajudando a aumentar meu desespero. Corri para o escritório e só vi marcas de mãos no vidro da porta. Olhei no banheiro e lá não havia ninguém.
Então, pensei em ir até a cozinha, a última opção. À medida que me aproximava, sentia um certo receio, só pensando o que poderia encontrar lá. Quando olhei e não vi ninguém, o pavor tomou conta de mim, bateu um desespero misturado com medo, fiquei branco como uma folha de papel, quando...
-- Ai, meu Deus!
Uma faca caída no chão, perto da pia, e manchas de sangue, formando um caminho, imediatamente segui aquele rastro de sangue que me levou ao quintal.
Foi então que eu vi um banquinho e fiquei pasmo, mas não pelo faro de ver o banquinho, mas porque minha irmã estava em cima dele gritando. Olhei para todo o espaço do quintal e como nada percebi de errado, perguntei o que estava acontecendo. Ela, mais calma, falou:
-- Eu estava na cozinha cortando pão, quando uma barata nojenta e louca apareceu. No desespero acabei cortando meu o dedo, corri para o quintal e esse monstro correu atrás de mim, subi no banquinho e comecei a gritar. Eis que você chegou e pisou naquele monstro, salvando-me do perigo. Muito obrigada!
Eu, ainda confuso e surpreso, respondi de nada, e voltei ao meu computador.
--- Ah! Essas mulheres! Vai entender!
O amor assustador
O amor assustador
Ana Carolina Vignando Santana - 1º. D
Em um domingo de madrugada, acordei assustada, ouvi uns tiros e uns gritos de socorro que vinham lá do porão de minha casa. Como estava sozinha, fiquei com medo, mas mesmo assim fui ver o que estava acontecendo.
Chegando lá, vi uma pessoa morta e uma arma no chão, fiquei apavorada e resolvi chamar a polícia.
Depois de um tempo, ela chegou e perguntou-me o que havia acontecido. Expliquei o pouco que sabia, e os policiais resolveram fazer uma investigação detalhada no porão. Eu mesma nunca tinha estado naquela parte da casa, pois mudara-me há poucos dias.
Quando os policiais estavam deixando minha casa, relataram-me que, no porão, havia caixas contendo esqueletos. Comecei a pensar que a casa era mal assombrada. Estava preocupada e com muito medo.
Durante aqueles dias difíceis, conheci um detetive chamado Thiago, e ele me surpreendeu com seu jeito doce e encantador na condução do processo. E, então, meu mundo começou a mudar, minha vida ganhou um sentido novo, fomos nos conhecendo mais e mais, enquanto as investigações aconteciam.
Começamos a sair, estava apaixonada. Numa noite, resolvi me declarar, ele, por sua vez, ficou mudo, olhando-me como se não esperasse ouvir aquelas palavras. Apesar de seu espanto, tentei saber se havia alguma chance para nós. Ele pediu um tempo para pensar e organizar seus sentimentos, e sobre o já acontecera e o que poderia acontecer.
Eu tinha certeza de que ele também sentia a mesma coisa por mim, mas achei esquisita sua reação, pois antes de eu me declarar, ele ia todos os dias a minha casa, depois, simplesmente, sumiu de casa e do acompanhamento da investigação.
Após algum tempo, a polícia encerrou o caso do porão por não encontrar pistas ou suspeitos de qualquer fato que lá tenha ocorrido anteriormente. Resolvi vender a casa, assustava-me viver num local com tantos mistérios.
Passado algum tempo, Thiago voltou a me procurar e contou-me que estava apaixonada por mim, pediu-m em namoro, e eu, claro, aceitei de imediato.
Brigávamos com freqüência, mas não conseguíamos viver um sem o outro.
Depois de seis anos de namoro, resolvemos nos casar. Hoje estou casada há três anos e espero um bebê, sou muito feliz, e o caso do porão ficou na lembrança por ter sido o responsável pela nossa felicidade.
Meu primeiro gol
Meu primeiro gol
Vitor Hugo Andreotti - 1º. D
Era uma bela manhã, acordei, tomei meu banho, arrumei o cabelo e fui para a escola. Quando cheguei, vi que estava tendo um campeonato de futebol.
Meus amigos correram até mim para avisar-me que eu estava no time. Pensei... Como? Se não sei jogar futebol?
Os dois times estavam em quadra, pensei... puts e agora? O que vou fazer? Não tenho idéia das regras do jogo, vou ser humilhado por todos. E agora?
E aquela torcida enorme. Quase a escola inteira assistindo, gritando, fazendo a maior pressão.
Começou o jogo, e eu correndo de um lado para outro, sem saber o que fazer, quando de repente, um amigo chutou a bola para o gol, o goleiro espalmou e eu estava logo atrás desse amigo, vi a bola vindo na minha direção e pensei... é agora que eu faço o gol, aí chutei a bola com toda força, chutei a bola totalmente fora do gol... E a torcida começou a me vaiar. Pensei... o que estou fazendo aqui? Que humilhação que estou passando, o que fui fazer?
Quando, de repente, outra oportunidade apareceu, então me concentrei e chutei a bola com tanta vontade que o goleiro nem passou perto da bola, ela foi certinha no gol.
E eu fiz um gol tão bonito que a torcida ficou calada, todos se calaram por mais de trinta segundos, aí todos começaram a gritar para mim, e a minha moral ficou lá em cima.
E assim foi, ganhamos o campeonato e até hoje fiquei marcado na escola. E a maioria dos meus amigos, quando me vêem, me chamam de artilheiro.
O mistério da casa azul
O mistério da casa azul
Ricardo de Branco Suzano - 1º. D
Tudo começou quando eu e meu irmão decidimos alugar uma casa, nós estávamos na mesma faculdade, ele fazia Direito e eu Administração. Nosso pais queriam viajar para Londres e ficar por lá, nossa irmã Júlia ia se casar e morar nos Estados Unidos no ano seguinte.
Nossos pais foram definitivamente para Londres e nos deixaram a casa. Júlia e seu namorado já tinham apartamento. Carlos decidiu que alugássemos uma casa menor para nós, e eu concordei, pois a idéia era boa.
Na semana procuramos várias casas, foi quando vimos no jornal um anúncio sobre uma casa azul em uma vila.
Na semana seguinte, fomos ver a casa, o proprietário morava na própria vila, e localizava-se próxima à faculdade, isso era bom, poderíamos ir a pé.
A casa era muito bonita, não era grande, tinha dois quartos, para nós estava ótimo, tinha até vaga para um carro, o preço estava bom e como tínhamos um dinheiro guardado, decidimos ficar com a casa, que já estava mobiliada.
No dia seguinte nos mudamos, a vila era sossegada, poucos vizinhos e todos muito simpáticos.
Nossa casa, conseguimos alugar para um casal de amigos que tinha dois filhos.
Passamos o dia arrumando a casa e à noitinha tudo já estava arrumado.
Nossa irmã veio ver a casa e gostou. Saímos com amigos e voltamos às 22h.
À noite, a vila era ainda mais silenciosa, fomos dormir. De madrugada, tive um sonho e acordei assustado, mas voltei a dormir.
Pela manhã, contei o sonho parta Carlos, Sonhei que tinham me matado e enterrado em baixo da casa. Meu irmão ficou pálido, pois havia tido o mesmo sonho.
Na noite seguinte, ouvimos um barulho, mas era só a janela da sala que tinha ficado aberta.
Na manhã seguinte, Carlos me contou que teve aquele sonho de novo.
Um mês se passou e não tivemos mais nenhum sonho. De repente, durante uma noite, ouvimos passos e gritos, acordamos assustados. Carlos disse que teve o sonho novamente, mas não era com ele, um homem desconhecido pedia-lhe ajuda. Disse-lhe que tive esse mesmo sonho. Achamos que era alguma coisa com a casa, mas não demos importância.
Resolvemos substituir o piso dos quartos e da sala.
No sábado, logo cedo, os pedreiros começaram o serviço. À tarde quando terminaram a retira do piso antigo, notamos que um pedaço do chão de cimento era diferente do resto, mas não demos importância. Os pedreiros se foram para voltarem na segunda-feira.
Naquela madruga, tive um sonho muito estranho, haviam assassinado um homem e enterrado-no na casa, mas não sabia o local, o sonho parecia muito real.
No domingo, conversando com Carlos sobre o sonho, ele ficou pensativo e falou do piso diferente na sala. Fomos falar com o proprietário, contamos os sonhos e pedimos para abrir um buraco no local daquela marca, a princípio não aceitou, depois permitiu.
Na segunda-feira, pedimos aos pedreiros que cavassem onde havia a marca. Quando estavam nesse trabalho perceberam uma coisa dura, era um cano, porém, mais abaixo encontraram um papel escrito em outra língua e uma foto. Quando vimos, nos assustamos, pois era a pessoa do sonho.
Continuando a cavar, os pedreiros encontraram o corpo do homem. Chamamos a polícia, o IML levou o corpo para autópsia e descobriam que ele havia sido envenenado.
O proprietário ficou assustado, pois aquele homem foi o último inquilino, sua mulher mudou-se, informando que o marido havia viajado a negócios e ela ia encontrá-lo.
Passados alguns dias, tive um sonho, nele o homem que estava enterrado na casa estava feliz e agradecia-me.
Depois de um ano e meio, terminei a faculdade, casei-me e comprei uma nova casa. Meu irmão continua na mesma casa, só que a comprou, vive lá com sua namorada.
A Rua nº 63
A Rua nº 63
Danielle Alves Borgiani – 1º. B
Quando Lara e Soraia haviam chagado ao ponto de ônibus, já era quase meia noite e não havia mais ninguém nas ruas.
--- Estou com medo! – disse Soraia, fixando seus olhos numa árvore velha e sem folhas, que ficava na esquina da rua nº. 63 com a que elas estavam.
Lara deu um cachecol a ela e disse:
--- Soraia, se acalme, o ônibus já está chegando.
--- Tudo bem, mas esta rua me dá arrepios!
--- Eu sei, em mim também, mas não irá acontecer nada, não se preocupe.
--- Não sei, estou com mau pressentimento.
De repente, um carro pára bem à frente delas, o vidro vai se abrindo devagarzinho e, aos poucos, vai aparecendo a figura de um homem muito bonito e elegante.
--- Boa noite! Vocês conhecem a rua nº. 63?
Antes que Lara tivesse aberto a sua boca, Soraia começa a explicar.
O carro vai embora e Soraia fica a segui-lo com os olhos
Por algum motivo, as duas sentem um arrepio assim que o carro entra na rua nº. 63.
Quebrando o silêncio, Lara diz em meio à deliciosa gargalhada:
--- Soraia, pelo que vejo você realmente gostou do homem, não é? Só faltou correr atrás do carro!
Antes que Soraia pudesse retrucar, um barulho de sirene chamou a atenção das duas.
--- Está indo para a rua nº. 63! – comenta Lara.
--- Vamos ver o que está acontecendo. – Apressa-se em dizer Soraia, quase sem fôlego.
Lá chegando, as amigas se deparam com uma cena horrível, e Soraia ouve um policial relatando ao outro o que havia ocorrido:
--- Pelo que apuramos até agora, esse homem já havia matado duas mulheres num ponto de ônibus a caminho para cá, e chegando aqui cometeu suicídio!
Um amor proibido
Um amor proibido
Fabiane Silveira Gomes – 2º. E
Em um certo sábado ensolarado, os alunos, de uma escola pequenina e pouco conhecida daquela cidade, resolveram fazer um passeio a um pesqueiro.
Poucos sabiam, mas junto deles havia um casal muito apaixonado, que tinha como intenção ficar a sós e viver aquela paixão proibida pelos seus familiares e amigos.
Arrumaram-se todos e partiram. Cegando ao pesqueiro foram logo almoçar, mas o casal aproveitou para explorar o território e ficar a sós.
O restante dos alunos sempre estavam juntos e aproveitaram tudo, nem sequer sentiram a falta dos dois apaixonados. Somente uma amiga do casal percebeu que eles nunca estavam junto com o pessoal e resolveu procurá-los. Mas já era tarde demais, o casal havia sumido e deixado um pequeno bilhete que dizia:
-- Fomos viver nossa paixão proibida, longe daqueles que só queriam o nosso mal. Breve, terão uma surpresa!
Ninguém sabia para onde o casal havia ido, estavam muito preocupados com a sobrevivência deles, mas não havia mais jeito, e o negócio era seguir a diante.
Anos se passaram até que um dia, receberam a informação de que aquele casal havia falecido devido a um acidente de moto, mas ninguém queria acreditar, na esperança de que algum dia, eles voltassem com a surpresa prometida.
Outros anos se passaram, e de repente o casal apaixonado retorna àquela cidadezinha, trazendo em seus braços uma recompensa daquele amor considerado impulsivo ... um lindo bebê.
A partir daí, todos respeitaram esse, mas já era tarde demais!!! O amor já havia acabado, o casal não estava mais apaixonado e o filho se tornara um menino rebelde.
Anjo lindo
Anjo lindo
Thalita Marinho Carvalho da Costa - 1º. D
Renata não é igual às outras garotas, ela é uma menina doce, com atitudes e pensamentos inocentes, com seu rosto delicado, ela encanta a todos a sua volta.
Mesmo com tanta beleza no rosto de Renata, havia algo obscuro, sempre triste e com os olhos cabisbaixos. Ela é uma menina de 15 anos que enfrenta uma doença grave, a tuberculose.
Renata não achava seu lugar, ela se sentia como uma carta fora do baralho. Talvez por causa do segredo que tinha medo de revelar, pois nem ela sabia direito o que era aquilo.
A menina conseguia fazer coisas diferentes, como mover objetos sem tocá-los, e sabia que as pessoas não conseguiam entender.
Em uma noite de março, tudo mudou para Renata, nessa noite, ela teve uma crise mais forte da doença, sentia como se facas entrassem em seu peito, sua garganta estava seca, com o tempo não conseguia nem falar, estava muito fraca.
Mas, ela já não estava se importando com as dores, sabia que logo tudo isso passaria, já não tinha medo de morrer. Quando nem os olhos ela conseguia abrir, uma lágrima escorreu por sua face, e Renata morreu.
Como um milagre, pétalas de rosas caíam sobre seu corpo.
Olhando de longe, Renata percebeu que realmente era diferente, ela era um anjo, um anjo lindo, e pela primeira vez, sentiu-se em seu devido lugar. Ela, agora, estava no lugar que merecia, num lugar onde não existia mais tristeza, nem dor, o que ela havia sentido sua vida inteira.
Lucas campeão
Lucas campeão
Wesley Kuwashima de Freitas Júnior - 7ª A
Tocou o sinal no fim do intervalo, alto, ensurdecedor, ainda mais mistura com os gritos e as risadas das crianças que estavam no pátio.
No fim do pátio, sentado no banco estava Lucas, um menino alto, 13 anos, cursava a 7ª. Série, muito magro, alto, com o rosto cheio de espinhas e aparelho nos dentes. Não era bonito, e por isso não havia beijado ninguém, e para alguém da 7ª. Série isso era complicado, é como você ter cinco anos e ainda urinar nas calças...
Como em toda escola, havia o grupo de patricinhas, todas lindas, cabelos impecáveis e roupas de grife, nunca iriam olhar para um tipo igual ao Lucas...
Na aula de Educação Física, o professor iria ensinar um novo esporte... o basquete, um jogo rápido onde a altura é algo fundamental.
Lucas adorou e se saiu muito bem, lançou, arremessou, marcou várias cestas e se tornou o melhor jogador da escola.
Naquele ano, houve campeonato entre as escolas, e Lucas ganhou o troféu de melhor jogador. Foi uma festa, pois além de levar o troféu de melhor jogador a escola também ganhou o campeonato.
Bem, as patricinhas começaram a achar o Lucas um garoto interessante, achavam o seu estilo muito bacana, e ser namorada de um campeão era bem interessante para elas. Aquele ano, Lucas perdeu sua timidez e beijou muito..., aliás eu deveria ter ficado seu amigo, ainda no tempo do casulo, agora que ele se transformou em borboleta... já era.
Gabriela
Gabriela
Samirys Verzemiassi Borguesani - 2º;. E
--- Gabriela, se eu te pego fazendo isso de novo, te mando de volta ao México!
Gabriela vai para o quarto e lá fica trancada, chorando. Dona Gisela, sua mãe, estava nervosa porque Gabriela havia desobedecido às suas ordens. Ela havia cantado numa casa de show, sem o conhecimento da mãe, pois seu sonho era ser cantora.
No dia seguinte, Dona Gisela chamou-a para tomar café da manhã.
--- Não quero! Não vou descer! Não saio daqui nem que me paguem! - disse Gabriela.
--- Larga de manha, menina, desce se não quiser apanhar!
A menina, apesar de teimar com a mãe, acabou por descer e tomou seu café sem dar uma palavra com a mãe.
Depois do acontecido, foi fazer suas compras, mas não voltou. Algumas horas depois, vizinhos vieram avisar Gabriela que a mãe havia sido atropelada por um carro e que estava internada no hospital.
Gabriela foi imediatamente para o hospital, mas não pôde falar com a mãe, estava triste e preocupada com as conseqüências do acidente, não sabia o que iria acontecer com sua mãe, teve que esperar algum tempo até que o médico liberou sua visita
Algumas horas depois, o médico permitiu que Gabriela entrasse no quarto para ver a mãe.
--- Mãe, me perdoe, por favor! Eu não queria ter feito o que fiz. Vi que um sonho idiota só atrapalhou nossas vidas.
--- Acalme-se, minha filha, a culpa não é sua, em breve vou para casa e conversamos.
Na manhã do dia seguinte, Gabriela voltou ao hospital e recebeu a notícia de que sua mãe havia piorado durante a noite e veio a falecer.
Gabriela nunca mais quis cantar, para ela sua vida tinha acabado junto com a de sua mãe. Foi morar na casa de parentes no México e passou a fazer costuras para seu sustento, como fazia sua mãe.
Amor de verão não sobe a serra!
Amor de verão não sobe a serra!
Anna Caroline Fernandes Pontes - 8ª. C
Nas férias do fim do ano, fui para a casa de minha avó (ela mora na cidade do Rio de Janeiro) e lá conheci muitas pessoas interessantes, entre elas um menino que mexeu com meu coração. O nome dele é Thiago, carioca , 15 anos, trabalha e cursa o primeiro ano do Ensino Médio.
Um dia, eu, meus colegas e Thiago resolvemos ir até a praia, combinas de nos encontrarmos às 8h da manhã, na casa de minha avó.
Acordei às 7h, me arrumei e, pontualmente, às 8h saímos todos em direção à praia. Já estávamos com os pés na areia, quando percebemos que faltava um no grupo, e justamente o Thiago, o único que não poderia faltar. Fiquei desesperada, mas ninguém percebeu minha ansiedade, mesmo por que ninguém estava preocupado com a falta dele, disseram que o Thiago não ficaria chateado por ter sido esquecido.
Depois de uma hora, Thiago apareceu na praia , o que me trouxe grande felicidade, pois já considerava meu dia perdido. Ele veio e me beijou no rosto de me deu um abraço apertado, disse que não estava chateado.
Aproveitei sua chegada e convidei-o para darmos um mergulho. Fui correndo na frente e simulei que estava me afogando, ele socorreu-me imediatamente e nisso deu-me um beijo, salvou-me de afogamento e quase me matou por asfixia.
Pediu-me em namoro e eu, lógico, aceitei na hora.
Depois de um mês de namoro tive que voltar para São Paulo, fim de férias. Decidimos namorar à distância, mantínhamos contato por telefone, cartas, e-mail, e nos feriados e nas férias corria para lá.
Esse relacionamento foi durando, quatro meses após o primeiro e encantador encontro, sentia falta dos carinhos, dos beijos, de andar de mãos dadas pelas ruas, sentia falta de tudo que um casal de namorados fazem e a distância atrapalhou muito.
Percebi, então, que amor de verão não sobe a serra!
Os três patetas
Os três patetas
Luan Rodrigues Martins – 8ª. C
Era noite, estávamos em meu quarto, meus dois primos e eu, quando de repente...
Começamos a ouvir ruídos do casarão abandonado que ficava frente a minha casa, mas nem demos muita atenção, achamos que eram os gatos em noite de amor. E continuamos a conversar, logo após alguns minutos, ouvimos barulho de vidraças se quebrando, começamos a ficar preocupados, quando eu, metido a valentão, disse:
---- Vamos até lá ver o que é?
A resposta veio curta e rápida:
---- Não!!! Você está louco, esse casarão deve estar cheio de fantasmas - disseram os dois.
---- Vocês são dois homens ou duas maricas?
Depois de muita insistência, os dois medrosos toporam ir até lá ver o que estava acontecendo.
Era, então, meia noite e meia, e minha mãe não deixaria de maneira nenhuma que saíssemos; então pulamos a janela. Ao chegarmos frente ao casarão, bateu aquele frio na espinha, mas já estávamos ali, decidimos entrar.
Nos portões, correntes e cadeados muito grossos. Não tivemos outra saída a não ser pularmos o muro. No quintal a grama, que não era cortada há muito tempo, passava de nossa cintura. Fomos andando com dificuldade pela grama alta, quando de repente FLUP! caímos em um enorme buraco, que aparentava ser uma armadilha.
Ficamos gritando por socorro durante toda a noite, mas foi inútil, o buraco era muito fundo. Já era manhãzinha, quando um rapaz, que caminhava para seu serviço, ouviu nossos gritos, pulou o muro da casa e nos encontrou, mas não sabia como nos tirar dali. Sugerimos que ele encontrasse uma corda comprida para que pudéssemos subir pelas paredes do buraco.
O rapaz saiu e voltou com uma corda bem comprida e grossa e com seu João, caminhoneiro, dono da corda. Com a força dos dois homens foi possível o nosso resgate.
Ficamos muito gratos aos dois homens e dissemos que caímos no buraco quando estávamos atrás de um balão. Mentimos, é claro.
Já eram sete da manhã, pulamos a janela de volta ao meu quarto, deitamos em nossas camas quentinhas, e dissemos juntos que nunca mais na vida iríamos colocar o nariz onde não é de nossa conta.
Medo
Medo
Jéssica Yumi Rossigalli Favarello– 8ª. C
Em uma noite fria de inverno, após o jantar, Giovana e seu irmão Pedro foram dormir.
Sua mãe tinha um magnífico e precioso relógio, que aparentemente dava muito medo. Era um relógio de pêndulo, que lembrava aqueles castelos escuros e labirínticos, em que, a cada badalada, algo misterioso acontecia.
Como não estavam como sono, conversaram sobre muitas coisas e as horas foram passando sem que eles percebessem.
Soaram doze badaladas no relógio, e a casa foi tomada por uma escuridão e um silêncio completos.
Giovana e Pedro tentavam dormir, movimentavam-se constantemente na cama, mas o sono não vinha. Tudo parecia dar medo, o tic-tac do relógio, o cachorro que uivava compulsivamente, o medo tomou conta de suas mentes juntamente com uma euforia incontrolável. Correntes eram arrastadas e clarões iluminavam o quarto dos irmãos assustados.
Como um furacão, eles já estavam na porta do quarto, prontos para sair, quando a fechadura da porta da frente foi lentamente se movimentando, suas pernas tremiam, enquanto suas mãos suavam friamente. Agora, o pânico acabava de ser completo, não havia uma só parte de seus corpos que não tremesse.
A porta rangeu lentamente, fazendo seus corações pulsarem descompassadamente. Enquanto que os passos iam lentamente se aproximando.
Chegaram ao extenso corredor onde ficavam os quartos, dirigiram-se diretamente ao quarto da mãe, a porta se abriu e fechou rapidamente como se nada tivesse encontrado, assim aconteceu no quarto do irmão mais velho.
Chegaram à porta da sala, mas ao verem que estava trancada, lentamente seus corações foram se acalmando.
Já estavam desistindo da busca, quando ouviram um barulho que vinha da cozinha, rapidamente dirigiram-se para lá.
A lua iluminava apenas a pia onde o que e via era uma faca cheia de sangue e que se movimentava.
O desespero de ambos levou-os aos gritos, quando a luz foi acesa e os olhos espantados deram de cara com o pai com a boca cheia de geléia de morango e a faca dentro do pote de geléia.
Assim, perceberam que o pai chegou do escritório mais tarde, as correntes eram do portão da garagem, o clarão eram os faróis do carro e a faca suja de geléia de morango.
O amor de um boiadeiro
O amor de um boiadeiro
Simone dos Santos Moraes – 1º.D
Renato, um rapaz bonito, forte e um grande boiadeiro, vai a um campeonato, onde poderá ganhar mais um troféu para sua coleção. E, de fato, mais uma vez, tornou-se vitorioso. Só que desta vez, seu prêmio foi ainda maior, conheceu uma mulher morena de longos cabelos pretos, Daniela. Renato se encantou por ela e foi correspondido. O romance já durava algum tempo quando Daniela resolve apresentá-lo a seus pais.
Marcado o dia, lá estava o rapaz, bastante nervoso, porém muito feliz. Ao conhecer o pai de Daniela, Renato pede-lhe a mão da filha em casamento. E, para surpresa de todos, o pai disse que não permitiria esse casamento.
Renato, sem entender, solicitou uma explicação. Então, o pai respondeu:
---- Minha filha jamais se casará com um boiadeiro, ela se casará com um fazendeiro rico.
Renato, totalmente desolado, baixou a cabeça e saiu da casa de Daniela, quem deixou em prantos.
A partir desse dia, os dois continuaram o romance às escondidas. Depois de um tempo, resolveram fugir para viverem sua história de amor. Marcaram o dia e a hora do encontro para que pudessem concretizar o sonho de viverem juntos.
Renato, ansioso, esperou o dia clarear e ficou à espera de Daniela que não apareceu. Desesperado, foi à casa da amada para saber do ocorrido e descobriu que Daniela havia viajado, na noite anterior, por ordem do pai que descobrira o plano de fuga da filha com o namorado.
Renato esperou notícias de Daniela por algum tempo e depois resolveu arrumar suas coisas e refazer sua vida em outro lugar.
Passaram-se dez anos, Renato recebeu convite para um rodeio, cujo prêmio seria muito grande para quem derrubasse quatro bois. Esse rodeio iria acontecer na cidade em que perdera deu grande amor. Renato pensou bastante, pois não queria sofrer com lembranças do passado, mas seu profissionalismo falou mais alto e ele aceitou.
Ao chegar à cidade que tanto sofrimento lhe causou, ficou sabendo que havia outro boiadeiro disposto a ganhar esse maravilhoso prêmio.
Renato derrubava um boi, e o outro rapaz também, e assim foi até o último boi, quando Renato avista na platéia, sorrindo e aplaudindo, ela... Daniela, seu grande e único amor, Renato ficou tão atordoado que acabou por perder a última rodada, seu adversário ganhou o grande prêmio.
Renato dirigiu-se ao encontro de Daniela, quando percebe que ela estava de mãos dadas com seu concorrente. Ficou confuso sem saber se ficava ou se saía correndo. Nisso, Daniela o chama para apresentar o mais novo boiadeiro da cidade.
--- Oi, Renato, Quero lhe apresentar o nosso campeão, tão bom quanto você... seu filho.
Renato, surpreso, chorava e ria ao mesmo tempo, abraçou seu filho, beijou sua amada, conversaram muito e tudo foi esclarecido.Renato não ganhou o troféu, porém ganhou dois presentes de Deus: sua amada de volta e seu filho, um boiadeiro como ele.
Simone dos Santos Moraes – 1º.D
Renato, um rapaz bonito, forte e um grande boiadeiro, vai a um campeonato, onde poderá ganhar mais um troféu para sua coleção. E, de fato, mais uma vez, tornou-se vitorioso. Só que desta vez, seu prêmio foi ainda maior, conheceu uma mulher morena de longos cabelos pretos, Daniela. Renato se encantou por ela e foi correspondido. O romance já durava algum tempo quando Daniela resolve apresentá-lo a seus pais.
Marcado o dia, lá estava o rapaz, bastante nervoso, porém muito feliz. Ao conhecer o pai de Daniela, Renato pede-lhe a mão da filha em casamento. E, para surpresa de todos, o pai disse que não permitiria esse casamento.
Renato, sem entender, solicitou uma explicação. Então, o pai respondeu:
---- Minha filha jamais se casará com um boiadeiro, ela se casará com um fazendeiro rico.
Renato, totalmente desolado, baixou a cabeça e saiu da casa de Daniela, quem deixou em prantos.
A partir desse dia, os dois continuaram o romance às escondidas. Depois de um tempo, resolveram fugir para viverem sua história de amor. Marcaram o dia e a hora do encontro para que pudessem concretizar o sonho de viverem juntos.
Renato, ansioso, esperou o dia clarear e ficou à espera de Daniela que não apareceu. Desesperado, foi à casa da amada para saber do ocorrido e descobriu que Daniela havia viajado, na noite anterior, por ordem do pai que descobrira o plano de fuga da filha com o namorado.
Renato esperou notícias de Daniela por algum tempo e depois resolveu arrumar suas coisas e refazer sua vida em outro lugar.
Passaram-se dez anos, Renato recebeu convite para um rodeio, cujo prêmio seria muito grande para quem derrubasse quatro bois. Esse rodeio iria acontecer na cidade em que perdera deu grande amor. Renato pensou bastante, pois não queria sofrer com lembranças do passado, mas seu profissionalismo falou mais alto e ele aceitou.
Ao chegar à cidade que tanto sofrimento lhe causou, ficou sabendo que havia outro boiadeiro disposto a ganhar esse maravilhoso prêmio.
Renato derrubava um boi, e o outro rapaz também, e assim foi até o último boi, quando Renato avista na platéia, sorrindo e aplaudindo, ela... Daniela, seu grande e único amor, Renato ficou tão atordoado que acabou por perder a última rodada, seu adversário ganhou o grande prêmio.
Renato dirigiu-se ao encontro de Daniela, quando percebe que ela estava de mãos dadas com seu concorrente. Ficou confuso sem saber se ficava ou se saía correndo. Nisso, Daniela o chama para apresentar o mais novo boiadeiro da cidade.
--- Oi, Renato, Quero lhe apresentar o nosso campeão, tão bom quanto você... seu filho.
Renato, surpreso, chorava e ria ao mesmo tempo, abraçou seu filho, beijou sua amada, conversaram muito e tudo foi esclarecido.Renato não ganhou o troféu, porém ganhou dois presentes de Deus: sua amada de volta e seu filho, um boiadeiro como ele.
O MUNDO DAS GAROTAS
O MUNDO DAS GAROTAS
Diego de Andrade Costa – 1º. B
Esta é a história de Nathaly, uma garota educada em casa, nunca havia freqüentado uma escola. Seus pais sempre estavam viajando a negócios, até que conseguiram um emprego fixo em Miami.
Quando Nathaly chega à escola, vê que não é o que pensava. Cada aluna, com sua turma, fitavam-na com olhar de desprezo. Na sala de aula, sentou-se ao lado de uma garota, Kate, que não era popular, ela explicou-lhe as regras que as alunas populares fizeram: primeira regra: sempre sentar-se, na hora do intervalo, à mesa do seu grupo; segunda regra: nunca sentar-se à mesa das populares sem ser convidada; terceira e última regra: nunca gostar de um garoto de que ela goste.
Depois de dizer as regras, Kate mostrou quem eram as populares. Regina, a mais rica, metida e malvada; Ana, a mais inteligente e inocente; Valéria, a mais linda e a mais burra entre as três e a mais oferecida da escola.
Na hora do intervalo, Nathaly estava passando frente à mesa das populares, quando Regina chamou-a para sentar-se com elas.Nathaly não sabia o que fazer. Sentou-se e começaram a conversar. A partir daquele dia, ficaram amigas. Kate não existia mais para Nathaly.
Certo dia, após o término das aulas, as populares mais Nathaly foram para a casa de Regina e começaram a conversar, até que Nathaly derruba um caderno e ao pegá-lo lê algumas páginas em que constavam nomes e fotos de alunas com comentários maldosos, de repente vê uma foto de Kate com o seguinte comentário: “gorda demais da conta”, Nathaly, sem maldade, comentou que ela come muito mesmo! Regina gostou do que ouviu e registrou no caderno com autoria de Nathaly.
No outro dia, durante o intervalo, Ana e Valéria avisaram Nathaly sobre a festa de Aron, ex-namorado de Regina, e que ela estava convidada.
Na festa, as quatro se separaram, Ana e Valéria fizeram de tudo para que Nathaly ficasse com Aron, quando estavam se beijando, Regina presenciou o beijo e ouviu que a armação tinha sido feita pelas amigas.
Regina saiu da festa e quando chegou a sua casa, armou um plano para as três. Colocou sua foto no caderno e escreveu frases ofensivas a si própria, assinada pela três amigas. No dia seguinte, tirou xérox das folhas, entregou o caderno para o Diretor e espalhou as folhas pelos corredores da escola.
Nathaly percebeu que o nome da Regina não aparecia em nenhuma das folhas e então, resolveu tirar essa história a limpo. Arranjou um gravador e, no dia seguinte, foi conversar com Regina, na sala, antes do horário da aula, e quis saber por que ela havia feito tal maldade. Regina acabou confessando que ficou muito brava quando a viu beijando seu ex- namorado e ouviu a conversa de Ana e Valéria a respeito dessa armação, então resolveu se vingar.
Na hora da saída, Natahaly colocou a gravação para que todos ouvissem a confissão de Regina, então, ela se desculpou, prometendo jamais ser arrogante e não queria mais saber dessa história de ser popular.
Depois disso, tudo voltou ao normal. O mundo das garotas ficou em paz. Nathaly voltou a falar com Kate, e Regina, Ana e Valéria ficaram amigas dela e de todas as garotas da escola.
sexta-feira, dezembro 16, 2005
A casa misteriosa de Leondervil


A CASA MISTERIOSA DE LEONDERVIL
Débora Lima Lisboa - 1º. D
Uma nova fase de minha vida começou em uma manhã de agosto de 1959, quando pela última vez fechei a porta da casa de meu pai. O sol começava bater nas montanhas, quando me pus a caminho.
Aproximando-me de uma velha mansão abandonada, deparei-me com um velho amigo de meu pai, que entrando na minha frente, disse:
-- Pois bem, Alfredo, irei com você até a estrada para indicar-lhe o caminho.
Começamos a caminhar em silêncio, de repente, seu Francisco, esse era o nome do amigo de meu pai, quebra o silêncio perguntando-me se teria algum lugar para ir. Respondi-lhe que não.
Então, ele, me disse:
-- Seu pai, antes de morrer me confiou uma carta, que diz respeito a sua herança. Nela está escrito que você deverá ir para uma casa em Leondervil.
Lendo a carta, não acreditei que eu havia acabado de receber uma herança de meu pai.
Segui em frente sem saber exatamente onde ficava essa casa.
Caminhei dias e dias, alimentando-me com a pouca comida e água que eu levava.
Fui me informando aqui, ali até que cheguei ao local. A casa ficava num local deserto no meio da mata, um lugar deserto e misterioso.
Quando bati à porta, ela abriu-se sozinha, ao entrar vi que por dentro ela era uma mansão, vi também que um farto banquete me aguardava. Com medo e ao mesmo tempo maravilhado, sentei-me à mesa e comecei a comer, pois estava faminto.
Ali me hospedei. Um ar de mistério pairava sobre aquela mansão solitária.
Certa noite vi crianças brincando no meu quarto, e vozes na sala de estar, mas voltei a dormir. Desse dia em diante, comecei a ver coisa freqüentemente.
Numa outra manhã, uma voz vinha em minha direção, pude ver minha mãe, parei o que estava fazendo e ouvi o que ela dizia:
-- Alfredo, meu filho, finalmente estamos juntos de novo, eu, seu pai e seus irmãos, nesta casa, onde fomos felizes e voltaremos a ser.
Abismado pude perceber que eu estava morto e que havia me encontrado com minha família, para juntos vivermos até a eternidade, na mansão Leondervil.
Tarde demais


TARDE DEMAIS
CECILIA MASCARA FERREIRA CALOR – 8ª. C
Como de costume, o carteiro bate à porta da casa 721. É cedo, e o gato já se espreguiça no portão.
A barba por fazer, a roupa amassada, o passo descompassado do chinelo velho, denuncia a chegada de Marcos, que recebe o carteiro friamente. Ele pegou sua correspondência e analisou-a. Uma das cartas chamou sua atenção. Era da Austrália. A letra era de sua irmã Mônica, avisando que sua mãe Cláudia estava à beira da morte.
“...Venha para cá o mais rápido possível, mamãe está mal...”
Marcos ficou preocupado. Foi até o quarto e pegou uma mala antiga e jogou-a sobre a cama. Um estalo passou pela cabeça de Marcos.
“Como ir para Austrália sem ser de avião, se eu tenho pânico de voar?”
O gato entra no quarto assustado. Provavelmente foi atingido pelo jornal que chegara há pouco.
Só poderia ser coincidência. Uma propaganda anunciava uma escola que ajuda pessoas com pânico de aviões, barcos, elevadores e lugares fechados.
Marcos vestiu-se rapidamente e foi ao endereço indicado no folheto.
A escola não era grande coisa. Estava vazia sem nenhum aluno sequer. O professor se apresentou. Ele era meio estranho, às vezes ele mudava de assunto completamente.
As aulas começam, os exercícios são de assustar qualquer um.
O primeiro exercício foi no parque no parque da cidade, onde havia uma ponte velha e muito alta. O objetivo era atravessá-la de olhos fechados. Esse exercício era para tentar amenizar o medo de altura.
O segundo exercício era para acabar com o medo de lugares fechados. Para isso ele ficou dentro de uma sala toda branca, sem janelas e sem nada dentro, a não ser Marcos. (Não me pergunte onde o professor encontrou esse lugar, porque não sei dizer).
Depois de algumas aulas, Marcos sentiu que estava pronto para partir. Desde a carta de Mônica já havia se passado uma semana.
Marcos levantou-se bem cedo, arrumou as malas e chamou um táxi, na saída de casa recebeu o carteiro, pegou a correspondência e colocou-a no boldo do casaco e seguiu para o aeroporto.
A carta era de Mônica e dizia:
“Marcos, mamãe não sobreviveu à doença”.
Cão herói


CÃO HERÓI
Matheus Pinto Borgas – 7ª. A
Lelé era um cachorro que vivia com uma família de quatro pessoas, numa casa, no interior de São Paulo. Todos os dias depois que os donos de Lelé saíam para o trabalho e para a escola, ele ia para o quintal, que era de terra e fazia buracos.
Lelé começou a trazer para dentro da casa, pedaços de ossos que pareciam ser muito grandes e com aparência estranha.
Certa vez, Lelé trouxe um dente que, pelo tamanho, deveria pertencer a um animal gigantesco.
Assustado, o casal procurou a polícia que após uma investigação do terreno, resolveu chamar um pesquisador da universidade local.
Após algumas semanas, a equipe de cientistas chefiada por este pesquisador concluiu que a casa da família de Lelé encontrava-se sobre um terreno que guardava preciosos fósseis de dinossauros.
A família teve que se mudar, pois as escavações iriam continuar e o imóvel sofreria alguns danos. Lelé saiu nas manchetes de jornais como um herói:
“Cão de estimação cava tesouro para a ciência”.
Isso que é ser azarado

ISSO QUE É SER AZARADO
Thiago Janavicius Romero Cordeiro– 7ª. A
Certo dia estava voltando da escola, quando um amigo me convidou para ir a um baile Funk, naquela noite, com ele e seus amigos.
Imagina só, um abando de maconheiros! Mas para não deixá-lo triste, resolvi falar com meu pai.
Chegando a casa, pedi ao velho que me deixasse ir ao tal baile, ele me olhou com uma cara estranha, mas me deixou ir.
À noite, estava eu lá, no ponto de ônibus, todo feliz, apesar de estar chovendo. De repente, quando o ônibus estava chegando, passou um carro rasgando e para minha sorte, encheu-me de lama.
Depois de alguns minutos, eu já estava no ônibus e não deixei que uma laminha derrubasse meu ânimo.
Passaram, mais ou menos, quinze minutos e cheguei ao meu destino, encontrei o meu amigo e os amigos dele.
Lá do lado de fora, tocava uma música muito louca: puts, puts, puts...
Esperamos por mais uma hora, até que chegou a nossa vez de entrarmos no salão, então, de novo para minha sorte, os seguranças começaram a nos revistar.
Quando um deles me revistou, se danou, porque meu bolso estava cheio de lama e a mão dele ficou um nojo. Ele ficou uma fera comigo.
Já nos bolsos dos amigos de meu amigo encontraram maconha e lança perfume.
Resultado, fomos todos parar na delegacia e, para piorar um pouquinho, eu era o único menor de idade, então ligaram para meu pai, e para piorar o que já estava ruim, foi o próprio que atendeu a ligação telefônica.
Agora, imaginem só o que aconteceu a minha pobre alma.... Ele me disse que matou meu pai verdadeiro e que iria me matar quando fizesse 18 anos.
Ocavaleiro Mirim

O CAVALEIRO MIRIM
Vinícius Guardia Aponte Martins – 1º. C
Em uma cidade do interior da Inglaterra, vivia um garoto de 15 anos, Lucas, que tinha o sonho de ser cavaleiro.
Um dia, andando pela floresta, avistou um homem em cima de um cavalo, mas não era um homem comum, o corpo estava revestido com uma bela armadura, carregava uma lança e seu cavalo tinha um pano branco manchado de sangue cobrindo-o. Lucas, que nada temia, saiu correndo em direção ao cavaleiro. Chegando perto, perguntou:
-- O senhor precisa de ajuda?
-- Sim, respondeu o homem. Me leva de volta até meu reino.
-- E onde fica esse reino?
O menino ficou intrigado, pois não existiam mais reinos há muito tempo.
-- Eu venho do passado, retrucou o cavaleiro.
-- Como assim? – Espantou-se o menino.
-- O mago Merlim mandou-me para este tempo, para eu poder treinar, sem a preocupação de ser surpreendido pelos inimigos de nosso reino. Mas fui atacado por homens deste reino, estou muito ferido e preciso voltar. Só conseguirei se você me ajudar. O Merlim deu-me uma pedra mágica, com a qual farei meu transporte, se você for comigo, depois o Merlim o trará novamente para seu tempo.
-- Então eu aceito. Vou pegar algumas coisas em casa e partiremos.
Chegaram ao reino do cavaleiro meio tontos, mas logo perceberam que pessoas se aproximavam, eram guardas inimigos. Mantiveram quietos, então Lucas teve uma idéia. Tirou da mochila um walk-talk e posicionou atrás de uma árvore, tomou distância e começou a falar de outro walk-talk
--Cavaleiros pecadores, a igreja não vos perdoará pelas mortes que causaram, eu sou Tristan, um cavaleiro que morreu nesta floresta e só deixarei vocês partirem se deixarem um de seus cavalos ou terei que matá-los com minha magia.
Os guardas, com muito medo, obedeceram às ordens do cavaleiro morto e fugiram do local, abandonando um cavalo.
O cavaleiro ficou impressionado com a inteligência do garoto e começaram a caminhada, mas de repente foram cercados por sete cavaleiros e levados presos até a presença do Rei Uther , para serem julgados, sem que soubessem a razão do crime.
Quando começou o julgamento, o rei definiu que usaria o método do sorteio. Dois papéis, um escrito liberdade e o outro morte. O julgamento começou.
Um homem aproximou-se de Lucas com os dois papéis e mandou escolher um, Lucas que era muito inteligente pegou o papel, colocou na boca, engoliu e disse:
-- O papel que eu engoli é o que eu escolhi, abram o outro e saberão qual é o resultado.
Aberto o papel, estava escrito LIBERDADE. O rei impressionado com tal inteligência, resolveu deixá-los partir. Foram de encontro ao Merlim que providenciou uma pedra mágica para transportar o menino de volta ao seu tempo. Ao despedir-se do cavaleiro, este perguntou-lhe:
-- Diga-me uma coisa, qual é o seu nome?
-- Artur!
Violão Mágico


VIOLÃO MÁGICO
Philipe Brunetti Silveira – 1º. B
Pedrinho estava no porão de sua casa vendo as coisas velhas que por lá havia, de repente viu um pano com formato estranho. Quando puxou-o, percebeu que era a capa de um violão, cheia de pó e teias de aranhas, começou a tossir, após alguns minutos, com a tosse controlada, limpou a capa, abriu-a e deparou-se, maravilhado, com um violão muito bonito e diferente de todos que conhecia. A cor era de madeira clara, com quatro buracos pequenos e um grande no meio, seu encordeamento era de aço.
Então, não resistiu , começou a tocar aquele violão magnífico, produzia um som que o impressionava.
Quando o pai chegou do trabalho, Pedrinho, logo, correu para ele e contou o que achara, o pai viu e lembrou-se de que o violão pertencera ao seu bisavô, e disse a Pedrinho:
- Este violão é mágico, mas só consegue fazer um som maravilhoso aquele que tocar com o coração.
O menino ficou abismado.
Ao deitar-se, à noite, não conseguia parar de pensar no violão, as horas passaram e ele adormeceu e sonhou que estava num show com mais de dez mil pessoas, pegou o violão e tocou sua canção.
Foi aplaudido de pé, depois deu autógrafos e começou a escutar seu a chamá-lo e acordou, era hora de ir para a escola.
Mas, antes de sair, Pedrinho pegou o violão e começou a tocar, percebeu, então, que tinha talento.
Voltou da escola e tocou mais, e mais, e mais. Viu que caso se dedicasse todos os dias, seu violão melhor soaria e que um dia poderia realizar seu sonho de ser músico.
quinta-feira, dezembro 15, 2005
A Floresta de Ruzumbava

A Floresta de Ruzumbava
Camila Caroline Veiga de Camargo - 1º. A
Marcos e Júlio já haviam deitado em suas respectivas barracas, menos Carlos, que vagava pela floresta Ruzumbava, distante e sombria, lugar onde ninguém se atrevia a ficar.
Carlos ouve um barulho estranho, assustador, logo aparece a mais bela e temida feiticeira chamada Caipora, metade índia e metade onça. Ela não suportava visitantes em seu “lar”, principalmente aqueles que vinham para Ruzumbava atrás do Phitolata, planta com poder de cura imediato que só existia lá.
Ao ver Caipora, Carlos entra em pânico e ao mesmo tempo fica paralisado com tamanha beleza e acaba sendo hipnotizado pela feiticeira que o amarra junto aos companheiros.
Júlio também se surpreende com Caipora que interrompe seu pensamento dizendo:
-- Sei o que os trazem aqui. Sumam! Antes que seja tarde demais.
Júlio e Carlos intrigados perguntam:
-- Mas o que tem de errado nessa floresta?
-- Isso não vos interessa, não são bem-vindos aqui, vão antes que eu mude de idéia e faço com que a própria floresta se encarregue sem dó de mandá-los embora, seja para o céu ou para o inferno.
-- Não iremos embora sem o que viemos buscar. Não será uma feiticeirinha que nos meterá medo.
-- Se querem assim, assim será!
Logo Caipora some no meio da mata e assustados, mas confiantes ficam os três, pois sabem que estão se aproximando do que procuram.
O dia logo amanhece ensolarado e os cientistas começam a se deslocar rumo ao morro de Ruzumbava chamado Rodonil. De repente, Carlos fica frente a frente com uma cobra imensa em época de acasalamento e faminta. Carlos tenta desviar e quando percebe que foi picado já era tarde e acaba inconsciente e perdido de seus companheiros que mesmo sem o amigo, seguem em frente.
Quanto mais próximo de Rodonil, mais sombrio fica a floresta e de repente eles deparam com o maior vulcão em erupção, o famoso Infernooldy que protege o morro Ronidol de “invasões”.
Júlio avista Caipora e percebe seu enfurecimento ao invocar os deuses do vulcão, pois aqueles não mereciam encontrar o valioso Phitolata, que só devia ser usado para uso medicinal.
Ao lado direito, vocês devem estar vendo uma pilha de troncos, onde apenas um é forte o bastante para suportar o calor do vulcão.
-- Quem achá-lo, poderá atravessar o vulcão e pegar o que quer, o outro morrerá na fúria do Infernooldy, diz a feiticeira.
Eles escolhem os troncos e os posicionam para iniciar a travessia, que logo acaba, pois nem eles, nem os troncos eram adequados.
Quando Caipora pensava que tudo estava acabado, aparece Carlos quase sem forças para andar, mas com fé que ele iria conseguir. Então pega o tronco escolhido e começa a atravessar. Caipora percebe que aquele era o tronco certo e se dá conta de que Carlos era o único merecedor do Phitolata, ele sim faria o bem e salvaria vidas com a erva.
Carlos finalmente chega em terra firme, mas acaba desmaiando e Caipora leva a um abrigo seguro e lhe serve um chá da santa erva que logo faz efeito.
-- Obrigada Caipora pelo cuidado, e como agradecimento a erva a partir de agora chamará Caipora, pois tu salvaste minha vida, serei eternamente grato. Agora devo voltar a minha terra.
-- É claro, eu te compreendo e permito sua partida com o Phitolata, quer dizer, com Caipora e sei que irá salvar muitas vidas.
A feiticeira lhe entrega um cavalo que o levará aonde quiser.
Essa aventura marcará para sempre a vida dos dois e a floresta agora ficará segura e em PAZ!
Curiosidade Versus Interesse


Curiosidade Versus Interesse
Camila Valladão C. Coelho - 2º. G
Estavam todos a espera da liberdade, minutos finais que duravam por séculos, o sinal bateu, os portões da escola se abriram e como uma manada os alunos iam saindo, aqueles que dependiam de transporte coletivo para voltarem à suas casas caminhavam ansiosos para o ponto de ônibus, mal sabendo o que estava para acontecer, mas que não seria de conhecimento de todos.
Ao avistar de longe um ônibus, talvez as quatro integrantes da manada escolar mais apressadas, já estavam caminhando em direção a este, que nem mesmo tinha chegado no ponto, então, a menina que geralmente anda à frente do grupo olhou para trás e viu que suas companheiras haviam mudado de idéia e desejavam agora ir no próximo. Durante esse vai e volta, mal perceberam que aquele ônibus tentava insistentemente ultrapassar um lotação que vinha na sua frente, que por sua vez não cedeu, foi quando um carro de polícia que vinha em sentido oposto virou bruscamente em uma super manobra.
Quando as quatro meninas entraram no ônibus seguinte, após a segunda curva da avenida, se depararam com aquele primeiro ônibus que quase pegaram parado, barrado e cercado por aquele carro da polícia que tinha mudado de direção, mas o coletivo em que se encontravam não parou, ao contrário da imaginação das meninas, que só poderiam saber o que realmente acontecera no dia seguinte, de volta ao colégio.
Dito e feito, estavam elas lá, no dia seguinte, dispostas a saber de tudo, porém, a única das meninas que quase entrou naquele ônibus só havia reconhecido um menino, que ela já vinha há algum tempo notando a presença dele na escola e até sentindo algo de bom por ele e para ela que era muito extrovertida e comunicativa, descobrir o que aconteceu seria uma missão a unir o útil ao agradável, pois, poderia lhe render uma amizade, pelo menos de início.
O que descobriu não foi nada daquilo que sua mente e de suas amigas havia fantasiado, apenas o policial pediu o documento do motorista e do cobrador do ônibus e depois continuaram tranquilamente o percurso, mas o que valeu de toda a história foi que com isso não só ela sabia da existência dele naquela escola, pois agora ele também notara a existência dela lá, e mesmo que não resulte nada além de amizade, para ela, já está valendo, pelo menos sua “coleção de amigos” conhecidos a partir de algum fato estranho ou engraçado já irá aumentar.
O Campeonato

O Campeonato
Vinícius Vital Siqueira - 2º. F
Sexta-feira, dia 12 de abril, véspera do primeiro campeonato que Marcelinho iria participar. Ele estava nervoso, ansioso, não conseguia pensar em mais nada, só queria que a hora do jogo chegasse, sua ansiedade era tão grande que seu assunto durante todo o dia era o campeonato.
Tudo parecia um sonho, mas depois de uma noite longa o grande dia chegou.
Marcelinho levantou, se arrumou e foi direto para a quadra ao encontro de seus amigos. Chegando lá todos estavam à sua espera, preocupados, pois ele era o melhor atacante do time.
A torcida estava animada, e esperavam uma grande vitória.
O jogo iria começar, o time adversário esta visivelmente impaciente.
Apita o juiz, começo de jogo, Marcelinho com a bola nos pés, parecia um louco. Driblou, escorregou, driblou, correu, parou, chutou.
Goooooooool! Gooooooool! Gooooooool!
Menos de um minuto de jogo, Marcelinho abre o placar.
O time adversário não se conformava e começou a fazer muitas faltas, até que conseguiram acertar Marcelinho.
Ele ficou nervoso e foi para cima do juiz que não havia marcado falta, Marcelinho não quis nem saber e reclamou muito, até que o juiz mostrou o cartão amarelo. Inconformado gritou:
Juiz ladrão, joga esse apito fora.
O juiz para o jogo, tira o cartão vermelho do bolso e o expulsa.
Fim de jogo para Marcelinho que saiu aplaudido pelos torcedores.
O juiz aproveita o tumulto e apita fim do primeiro tempo.
Os ânimos das duas equipes estão alterados e ninguém sabe o que poderá acontecer no segundo tempo.
Começa o segundo tempo e a equipe de Marcelinho fica toda na defesa, enquanto que outro time vai para cima, tenta de todo o jeito chegar ao gol, mas isso não acontece.
Mesmo sem seu melhor atacante o time foi à luta e consegui vencer o jogo, mostrando ao adversário que pancadaria não ganha jogo e sim um bom futebol.
E o placar apontou 1 X 0 para o time de Marcelinho.
Fim de jogo.
terça-feira, dezembro 13, 2005
A Chave do Quadro Carrancudo

A Chave do Quadro Carrancudo
Cynthia Nayara Romão - 7ª. B
Há alguns anos eu não sabia nada sobre como seria minha vida, só achava um tédio, pois morando naquele fim de mundo, não acontecia nada de bom.
Até que um dia naquela vida monótona aconteceu o inesperado.
Andando em uma das ruas daquela “droga” de cidade, avistei uma casa que nunca havia visto antes, com a porta entre-aberta, como não havia nada para fazer, resolvi entrar.
Estava tudo escuro, me deu até calafrios, subi uma escada em espiral, fui até uma porta trancada, parecia que algo me puxava para lá.
Forcei a fechadura e por estar um pouco velha ela caiu da minha mão, fiquei estressada, dei um chute na porta, ela caiu tão rápido que parecia uma casa de cupins. Vi um quadro meio esquisito, de uma velha carrancuda, parecia que olhava para mim, fiquei meio assustada, mas resolvi ir até o quadro, quando cheguei perto quase caiu em cima do meu pé e mostrou-me uma portinha inesperadamente, tinha uma fechadura, lembrei de uma chavinha que carregava desde criança, minha avó havia me dado. Coloquei-a e a portinha se abriu, havia moeda de oura lá, muito esperta peguei as moedas e fui embora, é claro que a partir daquela dia minha vida tornou-se muito interessante.
Muito agradecida ao quadro carrancudo levei-o para casa, hoje ele não está mais tão carrancudo assim.
A Rua

A Rua
Camyla Alves Garcia - 2º. G
Caminhava por uma rua deserta e sombria, eram três horas da madrugada, estava morrendo de medo de estar ali sozinha, comecei a andar mais rápido, para ver se aquela rua acabava logo, mas comecei a sentir que estava sendo perseguida e andei mais e mais rápido, mas parecia que a rua não tinha fim, quando percebi já estava correndo, olhava para trás e não via nada, mas eu tinha certeza que estava sendo perseguida.
Para meu azar a rua era sem saída, e me senti encurralada, eu não podia voltar, e se aquela coisa me pegasse, na verdade eu não sabia o que fazer, foi quando um ser muito estranho apareceu na minha frente, o que era na verdade eu não sei dizer, ao mesmo tempo em que parecia humano, também não parecia ser daquele planeta, era um raio de luz branco muito forte, meu coração começou a bater muito forte, e o “ser” queria falar alguma coisa para mim, mas estava tão nervosa que não conseguia escutar o que ele dizia, comecei a ver tudo rodando, e aquele luz muito forte me incomodava e então desmaiei.
Quando acordei estava em um lugar muito estranho, mas ao mesmo tempo muito bonito, com um monte daqueles seres em volta de mim. Eles começaram a conversar entre si, e então o mais brilhante deles começou a conversar comigo, dizendo que fui escolhida entre eles para realizar uma tarefa muito complicada, e me deram um enorme livro para eu ler. Fiquei lá muito tempo, quase um ano, na verdade não sabia onde estava, só sei que voltei para aquela mesma rua, no mesmo lugar onde tinha sido “capturada”, voltei à rua inteira, e comecei a caminhar pela cidade, e não me lembrava mais de nada, e só levava comigo o livro, que eu não sabia o que fazer com ele, e nem sabia a sua utilidade.
Erro pequeno

Erro Pequeno
Bruno Victor Mesquita - 7ª. B
Um pequeno erro científico, ocorrido há quatro anos numa pequena cidade do interior dos Estados Unidos, uma mistura exagerada de substâncias químicas.
Essa mistura foi feita para que mesmo depois de mortos, continuassem a andar, respirar, pensar e falar. Mas um descuido do cientista mais famoso do mundo, Nicolai Knurst, um russo que entrou sem proteção, ao inalar a substância começou a sentir um desejo por carne humana e, de repente, começou a atacar seus companheiros de trabalho e no reflexo, um dos cientistas conseguiu escapar e deixou a porta aberta, o nome dele era Brad Wilker, e por ter deixado a porta aberta, vazou o vírus e contaminou todo o laboratório e toda a cidade.
Sabendo do acontecido o governo dos Estados Unidos mandou uma tropa de soldados com equipamentos anti-tóxicos ( máscara, roupa, etc. ), sua missão era resgatar todos os sobreviventes.
Começando a missão era um caos pela cidade, sangue e corpos por toda a parte, sempre que se achava um sobrevivente, caso raro, ou ele era devorado ou era infectado pelo vírus, obrigando os militares a matá-lo.
Quando já pensavam que não havia mais sobreviventes, acharam aquele cientista Brad, e um mensageiro do governo, que ao revelar que uma bomba iria ser jogada na cidade, foi morto pelos zumbis que invadiram o local.
Faltavam apenas dez minutos, começa uma corrida para evacuar a cidade. Eles corriam para achar um modo de ir embora dali, até que um dos soldados acha o aeroporto e por sorte um dos aviões tinha combustível o bastante para levantar vôo, quando faltavam três minutos, ele se comunica com seus companheiros, e os avisa para ir ao aeroporto e sair daquela cidade, quando eles chegaram faltava trinta segundos para que tudo explodisse.
Eu, sou um dos únicos sobreviventes para conta a história.
O Canto do Quarto

Foto de Alberto Fragoso - De vigia
O Canto do Quarto
Beatriz Almeida Batista - 1º. A
A noite parecia suspensa e vazia. Não havia movimento algum e a umidade do ar transparecia a sensação de uma noite de inverno.
Fazia frio, mas não ventava. Provavelmente as pessoas daquela vizinhança estavam dormindo. Tudo estava tão tranqüilo, ou ao menos, assim aparentava, tão tranqüilo como uma segunda feira costumava ser.
Uma garota chorava em silêncio deitada em sua cama. O olhar vidrado, as lágrimas escorrendo. Um movimento rápido e ela estava sentada. Agora ela observava o enorme espelho na parede oposta. Ela já não se reconhecia. Seus enormes olhos azuis agora eram de um cinzento mais profundo. E seus cabelos caiam sobre os ombros, secos e opacos, mas não tão opacos quanto seus lábios. Ela tentou forçar um sorriso para o espelho, mas já não havia vida nele, e parecia mais artificial do que nunca. Concentrou seu olhar no espelho por alguns segundos, depois derrubou-o como se sentisse nojo de si própria. E talvez, sentisse.
No canto do quarto, uma garrafa de uísque, completamente vazia. Ela havia bebido durante o dia, até o anoitecer. Havia também cigarros e pílulas brancas de vários tamanhos, espalhados pelo assoalho.
Dezoito anos, sonhos, e um futuro que prometia brilhar. Tudo isso a descrevia se voltássemos no tempo. Há um tempo atrás, ela era o que se podia chamar de “menina dos olhos”. Bonita, inteligente, dedicada em tudo o que fazia, namorava um bom rapaz e seu melhor amigo era uma das pessoas mais brilhantes que ela conhecera. Morava com sua mãe, não tinha irmãos. Mas hoje, fazia exatamente dois anos que sua mãe e seu melhor amigo haviam falecido. Ela nunca havia se sentido tão perdida desde então. O namorado a abandonara alguns meses depois, e agora, ela não tinha mais ninguém.
Novamente sentada, mas dessa vez na pequena escrivaninha ao lado de sua cama, ela escrevia uma carta. As lágrimas borravam a tinta preta da caneta esferográfica. Ali, em cada palavra, em cada frase solitária, havia uma súplica, uma despedida aos poucos amigos que lhe restavam. Assinou “Renata”, mas na mente dela, aquele nome, significava “perdedora”.
Então ela caminhou até o canto do quarto, após guardar a caneta, e deixara a carta em cima da escrivaninha. Ali se sentou, no chão, junto à garrafa vazia e outros cacos de vidro quebrados no dia anterior.
Ela não podia mais suportar aquilo. Sozinha, cansada. Cansada de tudo, cansada da vida.
Olhou uma última vez pela janela entreaberta e a cortina que permanecia inerte. A noite continuava tranqüila, mas não para Renata. Sentiu o vidro frio nos seus dedos. As lágrimas caíam com mais intensidade agora. Sentia o vidro cortar sua pele como papel, mas não podia parar. Ouvia passos no andar de baixo. Sentiu o sangue escorrer pelo seu pulso fino. Mais lágrimas. Mais passos. Olhou ao redor, respirava ofegante. Ouvia gritos e batidas na porta.
“Está tudo bem”, pensou. E de repente, hesitou. Segurou seu pulso para que o sangue estancasse. Talvez aquele não fosse o dia certo. Ou talvez lhe faltasse coragem. Não se sabe ao certo. E ali, no canto do quarto, Renata adormeceu, chorando em silêncio novamente. A noite se tornara mais vazia. Renata só tinha dezoito anos, mas seus olhos eram como de uma velha cansada, repousando sozinha, esperando o fim de seus dias.

