Isso que é ser azarado

ISSO QUE É SER AZARADO
Thiago Janavicius Romero Cordeiro– 7ª. A
Certo dia estava voltando da escola, quando um amigo me convidou para ir a um baile Funk, naquela noite, com ele e seus amigos.
Imagina só, um abando de maconheiros! Mas para não deixá-lo triste, resolvi falar com meu pai.
Chegando a casa, pedi ao velho que me deixasse ir ao tal baile, ele me olhou com uma cara estranha, mas me deixou ir.
À noite, estava eu lá, no ponto de ônibus, todo feliz, apesar de estar chovendo. De repente, quando o ônibus estava chegando, passou um carro rasgando e para minha sorte, encheu-me de lama.
Depois de alguns minutos, eu já estava no ônibus e não deixei que uma laminha derrubasse meu ânimo.
Passaram, mais ou menos, quinze minutos e cheguei ao meu destino, encontrei o meu amigo e os amigos dele.
Lá do lado de fora, tocava uma música muito louca: puts, puts, puts...
Esperamos por mais uma hora, até que chegou a nossa vez de entrarmos no salão, então, de novo para minha sorte, os seguranças começaram a nos revistar.
Quando um deles me revistou, se danou, porque meu bolso estava cheio de lama e a mão dele ficou um nojo. Ele ficou uma fera comigo.
Já nos bolsos dos amigos de meu amigo encontraram maconha e lança perfume.
Resultado, fomos todos parar na delegacia e, para piorar um pouquinho, eu era o único menor de idade, então ligaram para meu pai, e para piorar o que já estava ruim, foi o próprio que atendeu a ligação telefônica.
Agora, imaginem só o que aconteceu a minha pobre alma.... Ele me disse que matou meu pai verdadeiro e que iria me matar quando fizesse 18 anos.

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