Amor de verão não sobe a serra!
Amor de verão não sobe a serra!
Anna Caroline Fernandes Pontes - 8ª. C
Nas férias do fim do ano, fui para a casa de minha avó (ela mora na cidade do Rio de Janeiro) e lá conheci muitas pessoas interessantes, entre elas um menino que mexeu com meu coração. O nome dele é Thiago, carioca , 15 anos, trabalha e cursa o primeiro ano do Ensino Médio.
Um dia, eu, meus colegas e Thiago resolvemos ir até a praia, combinas de nos encontrarmos às 8h da manhã, na casa de minha avó.
Acordei às 7h, me arrumei e, pontualmente, às 8h saímos todos em direção à praia. Já estávamos com os pés na areia, quando percebemos que faltava um no grupo, e justamente o Thiago, o único que não poderia faltar. Fiquei desesperada, mas ninguém percebeu minha ansiedade, mesmo por que ninguém estava preocupado com a falta dele, disseram que o Thiago não ficaria chateado por ter sido esquecido.
Depois de uma hora, Thiago apareceu na praia , o que me trouxe grande felicidade, pois já considerava meu dia perdido. Ele veio e me beijou no rosto de me deu um abraço apertado, disse que não estava chateado.
Aproveitei sua chegada e convidei-o para darmos um mergulho. Fui correndo na frente e simulei que estava me afogando, ele socorreu-me imediatamente e nisso deu-me um beijo, salvou-me de afogamento e quase me matou por asfixia.
Pediu-me em namoro e eu, lógico, aceitei na hora.
Depois de um mês de namoro tive que voltar para São Paulo, fim de férias. Decidimos namorar à distância, mantínhamos contato por telefone, cartas, e-mail, e nos feriados e nas férias corria para lá.
Esse relacionamento foi durando, quatro meses após o primeiro e encantador encontro, sentia falta dos carinhos, dos beijos, de andar de mãos dadas pelas ruas, sentia falta de tudo que um casal de namorados fazem e a distância atrapalhou muito.
Percebi, então, que amor de verão não sobe a serra!

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