terça-feira, dezembro 13, 2005

A Chave do Quadro Carrancudo



A Chave do Quadro Carrancudo
Cynthia Nayara Romão - 7ª. B


Há alguns anos eu não sabia nada sobre como seria minha vida, só achava um tédio, pois morando naquele fim de mundo, não acontecia nada de bom.
Até que um dia naquela vida monótona aconteceu o inesperado.
Andando em uma das ruas daquela “droga” de cidade, avistei uma casa que nunca havia visto antes, com a porta entre-aberta, como não havia nada para fazer, resolvi entrar.
Estava tudo escuro, me deu até calafrios, subi uma escada em espiral, fui até uma porta trancada, parecia que algo me puxava para lá.
Forcei a fechadura e por estar um pouco velha ela caiu da minha mão, fiquei estressada, dei um chute na porta, ela caiu tão rápido que parecia uma casa de cupins. Vi um quadro meio esquisito, de uma velha carrancuda, parecia que olhava para mim, fiquei meio assustada, mas resolvi ir até o quadro, quando cheguei perto quase caiu em cima do meu pé e mostrou-me uma portinha inesperadamente, tinha uma fechadura, lembrei de uma chavinha que carregava desde criança, minha avó havia me dado. Coloquei-a e a portinha se abriu, havia moeda de oura lá, muito esperta peguei as moedas e fui embora, é claro que a partir daquela dia minha vida tornou-se muito interessante.
Muito agradecida ao quadro carrancudo levei-o para casa, hoje ele não está mais tão carrancudo assim.