Nas sombras do Vale da Morte
Nas sombras do Vale da Morte
Igor Luiz Emydio – 1º. B
Sentado no meu quarto, vejo o tempo passar. Solidão, angústia, tudo isso se mistura à escuridão, só há a tela do computador iluminando o quarto.
E lá está seu retrato na escrivaninha, já todo borrado pelas lágrimas que saem de meus olhos todos as noites.
A madrugada está apenas começando. No céu...estrelas, elas me fazem lembrar de você. È uma noite sem lua, a escuridão toma tudo, ruas, casas, minha alma.Nessas noites, meus fantasmas me atacam, a solidão e o medo de nunca ter você me fazem enlouquecer.
De repente, percebo que já são três horas da manhã. Deito em minha cama e durmo. A imagem de seu rosto invade meu sonho em pequenos flashes, mas nem no sonho, consigo beijá-la. E do nada sua imagem some na escuridão, e aí, volta tudo outra vez. Vejo-me em meu quarto, de novo, sentado na escuridão e a tela do computador piscando, indicando que há uma mensagem.
Acordo triste como sempre e vou para a escola. As pessoas não percebem minha solidão, pois uso uma máscara. Mas, quando vejo você, volta todo aquele sentimento. Mergulho de cabeça na ilusão de um dia ter você, e quando você me pergunta:
-- Tudo bem?
Por dentro grito que não, pois não a tenho, mas de minha boca só sai:
-- Sim, tudo bem!Igor Luiz Emydio – 1º. B
Sentado no meu quarto, vejo o tempo passar. Solidão, angústia, tudo isso se mistura à escuridão, só há a tela do computador iluminando o quarto.
E lá está seu retrato na escrivaninha, já todo borrado pelas lágrimas que saem de meus olhos todos as noites.
A madrugada está apenas começando. No céu...estrelas, elas me fazem lembrar de você. È uma noite sem lua, a escuridão toma tudo, ruas, casas, minha alma.Nessas noites, meus fantasmas me atacam, a solidão e o medo de nunca ter você me fazem enlouquecer.
De repente, percebo que já são três horas da manhã. Deito em minha cama e durmo. A imagem de seu rosto invade meu sonho em pequenos flashes, mas nem no sonho, consigo beijá-la. E do nada sua imagem some na escuridão, e aí, volta tudo outra vez. Vejo-me em meu quarto, de novo, sentado na escuridão e a tela do computador piscando, indicando que há uma mensagem.
Acordo triste como sempre e vou para a escola. As pessoas não percebem minha solidão, pois uso uma máscara. Mas, quando vejo você, volta todo aquele sentimento. Mergulho de cabeça na ilusão de um dia ter você, e quando você me pergunta:
-- Tudo bem?
Por dentro grito que não, pois não a tenho, mas de minha boca só sai:
-- Sim, tudo bem!
